Quer potencializar seu creme hidratante? Conheça os boosters

Não se deixe enganar pelos nomes em inglês: assim como as norte-americanas e as europeias, você vai aderir rapidinho aos boosters e aos time-releasers. Os primeiros têm como função dar um up, um empurrãozinho extra, ao seu creme de todos os dias. Eles agregam benefícios à sua rotina de beleza e você não tem que abrir mão dos produtos que usa e ama.

Em geral, são formulados como séruns e loções (oferecem pouca probabilidade de causar problemas em peles oleosas ou secas). O grande trunfo é que possuem ativos – como a vitamina C – em grande quantidade e concentração, mais do que em um cosmético comum. Também trazem ingredientes que aumentam a capacidade de absorção da pele, fazendo com que os princípios ativos do seu hidratante ou anti-idade funcionem com mais eficiência. Por isso, misturados ao cosmético habitual, potencializam ao máximo sua ação ou até agregam novas funções. “Os boosters costumam ser destinados a questões específicas, como hidratação, firmeza, combate aos radicais livres, etc. E também podem ser usados em produtos para o corpo: em autobronzeantes e até mesmo na maquiagem”, explica Maria Dempsey, vice-presidente executiva de marketing da Clarins Américas

Outra grande sacada dos boosters é dar à consumidora a chance de personalizar o tratamento de acordo com alguma necessidade particular. É possível combinar um creme para pele oleosa com um sérum de vitamina C para combater o envelhecimento. Ou ainda usar um booster de hidratação durante uma viagem para um lugar de clima seco e frio. No entanto, é preciso um pouco de cautela na hora de fazer a misturinha. “É importante que o booster e o produto-base sejam da mesma marca e, de preferência, da mesma linha”, comenta o dermatologista Adilson Costa, da cidade de São Paulo. O motivo? Isso garante que ambos se mantenham estáveis e compatíveis entre si. 

Para quem se animou com a novidade, vale inclir algum na lista de compras da próxima viagem ao exterior. No Brasil, eles ainda não possuem registro na Anvisa e, portanto, não são comercializados. Mas nem tudo está perdido, uma ótima alternativa, por enquanto, são os séruns comuns, já disponíveis aqui. 

Quer saber mais? Leia a matéria na íntegra na ELLE de fevereiro/2015

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