Mulheres inspiradoras revelam seus desejos para o futuro do feminismo

Barbara Gancia, 58, é jornalista e apresentadora do programa Saia Justa do canal GNT

“Gostaria de ver as mulheres conquistando a solidariedade dos homens. Como é que dá para iniciar uma conversa sobre igualdade de gêneros se os homens não conseguem se colocar no lugar das mulheres nem mesmo nas situações mais banais? Poderíamos começar pelo ambiente de trabalho. Sabe aqueles olhares enviesados? Você está conversando com o chefe ou colega, olhando no olho dele, e o camarada está fixado nos seus peitos. Ou, então, vocês estão andando pelo corredor, discutindo uma situação profissional, e ele vira a cabeça para olhar o bumbum da secretária que passou por vocês. Só quando esse tipo de cacoete machista for eliminado do repertório é que a mentalidade vai começar a mudar. Precisamos dos homens como aliados. Eles têm de ser sensibilizados para a nossa causa. Feminismo não é hostilidade, é igualdade.”

Camila Coelho, 27, digital influencer

“Quero que as mulheres tenham direitos iguais, literalmente. Quero ver mais mulheres na direção de grandes empresas, mais mulheres conquistando o mundo, ganhando salários iguais aos dos homens e sendo valorizadas da mesma maneira. Que elas possam escolher ter a profissão que desejarem. Que elas possam apostar em profissões novas, como blogueiras e youtubers, e que possam ousar sem medo, sem preconceitos. Mas se elas quiserem ser donas de casa, cuidar dos filhos, tudo bem também. Desejo respeito pelas escolhas e amor por todas nós. E espero, do fundo do meu coração, que isso não seja o ‘futuro’ e, sim, o presente”.

Astrid Fontenelle, 54 anos, jornalista e apresentadora do “Saia Justa” do canal GNT

“Mais respeito. Quero ver o engajamento real dos homens nas causas feministas. Esse é o grande passo do movimento impulsionado pela campanha da ONU Mulheres, com apoio do GNT, He For She. Eles é que precisam falar sobre essas questões, como desigualdade salarial e assédio.”

Mahany Pery, modelo da nossa capa

“As minhas reivindicações para o futuro das mulheres são a igualdade, social e no trabalho, com creches melhores para que as mulheres possam colocar seus filhos.”

Renata Eduardo, 38, diretora de marketing Brasil da Natura

“Quero que todas as mulheres tenham plena liberdade para viver sua beleza verdadeira, livre de estereótipos, sem pedir aprovação ou licença a ninguém. Mas também cabe a nós mulheres um olhar mais generoso para nós mesmas. Somos protagonistas de nossa história, lutamos por isso, e agora buscamos reconhecimento nos diferentes papéis que assumimos na sociedade, no trabalho e em casa.”

Vanessa Rozan, 31 anos, maquiadora

“Equivalência de salários, igualdade de direitos, liberdade e autonomia nas escolhas do nosso corpo e respeito por nossa integridade; o direito de ir e vir – e de ser – sem medo.  Será que é desejar muito?”

Shirley Mallmann, 38, modelo

“Gostaria de ver as mulheres terem liberdade de expressão sem julgamento.”

Patricia Viera, 59, estilista

“Que a mulher tenha total liberdade de escolha, e que suas escolhas sejam respeitadas em todos os âmbitos. Que a igualdade não seja só um desejo, mas uma realidade – antes de lutarmos por igualdade, nós precisamos saber e sentir que somos iguais; isso tem que partir de nós. Desejo que as mulheres tenham cada vez mais voz e que essa voz seja ouvida e acreditada. Desejo que a mulher tenha cada vez mais orgulho de ser mulher.”

Flavia Aranha, 31, estilista

“Quero ver as mulheres protagonistas de suas histórias. Quero vê-las empoderadas, independentes, com autonomia para criar e desenhar um futuro mais igual, humano e justo. Que elas possam ter espaço para ser mulher em qualquer ambiente e que possam conciliar seus diversos papéis com respeito e direito. Que elas não precisem escolher entre a carreira e a família. Que possam cada vez mais influenciar o mundo com sua sensibilidade e força.”

Adriana Degreas, 40, estilista

“A aceitação da estética feminina sem pudores nem preconceitos”.

Giuliana Romanno, 40, estilista
“Respeito e igualdade. Só assim teremos a liberdade que merecemos como seres humanos.” 

Mariana Penteado, 35 anos, proprietária da marca Mariana Penteado

“Quero ver, cada vez mais, mulheres ocupando cargos importantes e assumindo lideranças, conquistando o mercado de trabalho em busca de igualdade salarial. Acredito que isso seja uma questão mundial.”

Paula Lima, cantora

“A igualdade em todos os aspectos – social, financeiro e pessoal – é essencial. Que tenhamos todo respeito como cidadãs. Direitos e deveres como tais. Somos mulheres – e é um prazer ser –, continuamos e gostamos da gentileza no tratar. Evolução e prosperidade para um futuro especial.”

Cibele Ramm, modelo do editorial Elas por Elas

“Espero que tenhamos muito mais respeito da parte dos homens, como exemplo de que possamos entrar em um vagão de trem, metrô ou até mesmo andar na rua livremente, sem ser assediada em qualquer lugar ou forma, por causa do modo ou roupa que vestimos, seja ela curta ou totalmente coberta, que a culpa não seja nossa, que possamos ser livres, pois o nosso corpo nos pertence.”

Patricia Bonaldi, 35 anos, estilista

“Desejo que as mulheres tenham liberdade em suas escolhas profissionais e pessoais, e sejam respeitadas independente delas!”

Valesca, 37 anos, cantora

“Um dos meus maiores sonhos é ver as mulheres terem cada vez mais o poder da voz. Falar e dizer o que pensam, sentem e desejam é um dos segredos para uma vida mais igualitária. Sem voz: sem nada.”

Fabiana Gomes, 40 anos, maquiadora sênior da MAC Cosmetics

“Adoraria ver as mulheres se respeitando enquanto indivíduos, sem se importar tanto com a questão do gênero. Chega do Complexo de Cinderela! É ok rachar a conta. Ee qualquer pessoa estiver segurando embrulhos pesados, você também pode ajudá-la! E, querida, não, você não precisa que ninguém abra portas para você. Abra suas portas sozinha, todas elas!”

Nana Queiroz, 30 anos, jornalista e escritora

“Quero ver mais mulheres no Congresso brasileiro. Que nas próximas eleições não sejamos apenas 10% da Casa e que, em dez anos, cheguemos a 50%. Outra coisa que eu queria ver mais é escritoras publicadas. No Brasil, 70% dos livros nas lojas são de homens – ainda que a maior das maiores da literatura brasileira seja mulher: claro, Clarice Lispector! Como não confiar mais num gênero que nos deu ela e outras pérolas, como Cora Coralina, Cecília Meireles e tantas outras?”

Gizele Oliveira, modelo da nossa capa

“Que as mulheres sejam quem e o que elas quiserem, sem pensar no que a sociedade vai achar delas. Eu luto pelo feminismo, para o direito das mulheres serem livres na mente e no corpo, vestir, dizer e agir como bem querem. Assim como eu.”

MC Soffia, 11 anos, rapper

“Quero ver as mulheres livres: podendo usar o que quiserem, no frio ou no calor; podendo usar o cabelo que quiserem; fazendo tudo o que elas quiserem! Porque não existe coisas só de mulher e só de homem; não existe cor só para homem e só para mulher. Que as mulheres possam fazer as mesmas coisas e ganhar o mesmo dinheiro que os homens.”

Michelli Provensi, 31 anos, apresentadora e escritora

“A gente está numa batalha, diariamente, por conquista de espaço. É preciso usar a força do feminino, porque nós somos muito fortes. Mas não quero que essa luta vire uma guerra dos sexos, porque acredito na igualdade. Também quero ver mais mulheres em cargos importantes, tomando papéis de força e liderança. Porque o mundo precisa de amor – e as mulheres têm esse poder, de nutrir, de gerar. Admiro muito quem entra nessa guerra, porque uma vai ajudando a outra, e a nossa luta vai saindo do anonimato. Mas que essa primavera das mulheres não seja como uma temporada de moda.”

Helô Rocha, 35 anos, estilista

“A conquista de inteligência emocional.”

Negra Li, 36 anos, cantora e atriz

“Gostaria de ver a mulher conquistando a igualdade de direitos e oportunidades em todos os setores da sociedade, assim como ver o cumprimento da lei em todos os casos de violência contra ela!”

Carol Ribeiro, 36 anos, modelo

“Espero nos ver com todas as conquistas alcançadas e sem ter que brigar por quebras de tabus seculares. Quero nos ver com todas as lutas vencidas, mas sem perder nossa leveza, delicadeza e feminilidade. Quero que não precisemos ‘endurecer’ afim de ter nossos direitos e liberdade garantidos.”

Taís Araújo, 37 anos, atriz e jornalista

“A primeira conquista necessária – entre outras muitas – é resolver rapidamente a questão dos salários iguais. É uma vergonha que, em 2015, tenhamos essa discrepância salarial. É tão antigo que não podemos deixar passar.”

Anna Muylaert, 51 anos, diretora

“Eu quero ver as mulheres desnaturalizando práticas machistas que as colocam eternamente no papel de coadjuvante, mesmo quando elas são protagonistas.”

Camila Sarpi, 40, designer de joias

“Quero ver as mulheres colocando em prática a expressão ‘meu corpo, minhas regras’. Em todos os aspectos: desde o limite à cantada desrespeitosa, passando pelo direito de abortar, até a aceitação do próprio corpo, da sua individualidade.”

Lilian Pacce, 53, editora de moda

“Quero ver a mulher com autonomia e liberdade pra fazer suas escolhas e ter reconhecimento igual ao de qualquer homem na mesma situação – como ser humano, independente do cromossomo X, Y ou Z.”

Laureen F., modelo da nossa capa

“Espero que possamos, de fato, sermos livres e que a mentalidade machista da sociedade, que coloca as mulheres em uma posição inferior, se acabe de uma vez por todas.”

Alexandra Loras, 38 anos, consulesa da França no Brasil e autora do site Merci, que trata da dignidade da mulher negra

“As mulheres têm 80% de poder de decisão sobre as compras. Mas, no Brasil, elas ocupam apenas 6% dos cargos executivos das empresas. Infelizmente, fomos condicionadas, de geração em geração, a achar que o homem era superior. Quero que, no futuro, a mulher cuide do planeta, de reequilibrar o que contamos nos livros didáticos, para trazer diversidade e quebrar o eurocentrismo que só conta um lado da história, apagando civilizações e culturas. Quero ver as mulheres respeitadas na mídia. Que as carentes e menos visíveis sejam empoderadas. Que as mulheres entrem mais nos círculos de poder, de liderança e de decisão – mulheres de todas as cores, de todos os tipos de cabelo, e de todos os tamanhos.”

Adriana Barra, 41 anos, estilista

“Quero ver as mulheres conquistarem a liberdade de envelhecer de forma mais natural, podendo expressar suas marcas de vida, sendo lindas de maneira única.”

Cleo Pires, 33 anos, atriz

“Eu espero ver a mulher cada vez mais acreditando em sua própria criatividade , visão e sensualidade. E que o poder gerado por tudo isso seja compartilhado e usado de maneira sábia.”

Juliana Romano, 26, digital influencer plus size

“Gostaria de ver as mulheres conquistando igualdade e respeito em seus trabalhos, dentro de casa, nas ruas e até com estranhos. Mas isso não depende só das mulheres; é preciso que todos ouçam nosso grito de liberdade. Então o que eu quero ver é as mulheres conquistando espaço para debaterem, discutirem e se unirem para levar mais informação à sociedade. Quero ver as mulheres conquistando o microfone e nele poderem falar tudo que lhes foi negado durante tantos anos. Acho que hoje vemos cada vez mais veículos de informação abrindo esse espaço – uma abertura incrível para a mulher levar essa luta adiante. Quero que a mulher conquiste união e liberdade. É muito difícil pedir isso? Acredito que é possível.”

Bianca Santana, 31 anos, escritora e jornalista

“Que possam exercer sua religiosidade como quiserem, sem o risco de perseguição; que possam amar quem e como quiserem, que possam se sentir lindas com qualquer corpo ou cabelo; que sejam reconhecidas e valorizadas por suas realizações pessoais, profissionais, políticas, artísticas. Quero ver as mulheres com igualdade de oportunidades e acesso a direitos, independentemente de gênero, etnia ou classe social. Que tenham acesso à educação e à saúde – inclusive saúde reprodutiva, para só engravidarem se desejarem, e ao aborto seguro quando for necessário —,  alimentação saudável e livre de agrotóxicos, acesso à terra ou a um emprego que as remunere bem e permita desenvolver seu potencial intelectual e corporal.”

Regina Casé, 61, atriz e apresentadora

“Que as mulheres conquistem igualdade de direitos sem que, para isso, tenham que abrir mão de celebrar as nossas diferenças.”

Emar Batalha, 44, designer de joias

“Espero que o futuro seja de muito mais informação, sentimento de igualdade e menos culpa. Houve grandes conquistas nas últimas décadas, mas sei que ainda existem diferenças – que com o tempo serão igualadas. Ainda ouço em minhas reuniões de trabalho expressões como: ‘nossa, você parece um homem para negociar’ ou ‘nossa, você é inteligente como um homem’. Além disso, comecei a trabalhar muito cedo, com 14 anos, e hoje sei que muitos desconfortos que passei naquela época eram, na verdade, assédios – mas quando aconteceram, eu não tinha essa consciência.”

Luíse Bello, 26 anos, publicitária, fundadora da Liga das Heroínas e gerente de conteúdo e comunidade da ONG Think Olga

“Desejo que as mulheres conquistem cada vez mais força e coragem para dizer não. Um grande empecilho na luta contra o machismo é o fato de sermos socializadas nessa opressão e, por vezes, sermos as primeiras a nos calar diante do que nos incomoda por aprendermos que a violência que vivenciamos, mesmo simbólica, é normal. E que devemos aceitá-la porque toda mulher passa por isso, porque sempre foi assim – e acabamos desconfiando da nossa própria sanidade. Está desconfortável? Sente-se assediada? Está sendo forçada a aceitar algo que te incomoda? Diga não! Não precisamos mandar nudes porque o cara quer muito. Podemos negar o abraço de um homem que mal conhecemos e quer nos tocar. Tudo bem ter uma opinião contrária e lutar, numa esfera muito particular, pelo direito ao nosso próprio corpo e à nossa liberdade de fazer somente o que temos vontade.”

Lea T, 34, modelo

“O mesmo que desejo para todos os seres do planeta Terra: igualdade.”

Rachel Maia, 44, CEO da Pandora Brasil

​”Trabalho como executiva há quase 20 anos, em uma área que é predominantemente masculina. Por muitas vezes, fui a única mulher em uma sala de reuniões, e ao entrar, sentia que me olhavam diferente pelo simples fato de ser mulher – e, no meu caso, também negra. Lutei contra esse olhar, não me acovardando, mas, sim, mostrando a minha competência. Espero que cada vez mais mulheres possam conquistar o respeito que hoje eu consegui e sejam vistas como profissionais competentes em todas as áreas.”

Mônica Martelli, 47, atriz e apresentadora do programa Saia Justa do GNT.

“Uma sociedade mais justa para todos os que foram aprisionados em estereótipos de gênero. Mulheres e homens tendo oportunidades e direitos iguais. Igualdade política, econômica e social entre os sexos. O fim da violência contra mulheres em todas as suas formas: feminicídio, violência sexual, violência doméstica, mutilação genital, casamento precoce e violência cibernética.”

Ava Rocha, 36, cantora

“Quero que as mulheres tenham seus direitos garantidos e, também, o respeito da sociedade. Os direitos no campo da saúde – seja na hora de um aborto, de um parto, de uma mamografia ou de um ultrassom. Que as mulheres deixem de sofrer o machismo cotidiano. Quero que as próprias mulheres se empoderem para conquistar e construir seus espaços. Quero que a violência sobre a mulher, tanto no campo físico como psicológico, cesse. Quero ver, enfim, o transcendental poder feminino contaminar todo o espaço e ser essa potência: a irradiação da transformação que precisamos viver. É o feminino que vai desviar o caminho da violência para um caminho de escuta. Que chegue logo a era do feminino!”

Lolita Hannud, 28, estilista

“Que a mulher consiga e tenha espaço para conquistar sua autorrealização, pessoal e individual. Com o mesmo julgamento, olhar e credibilidade que os homens.”

Maria Eugênia, 28 anos, apresentadora

“Liberdade para as mulheres serem e vestirem o que quiserem! Igualdade de direitos, especialmente no trabalho, onde ainda, em pleno século 21, elas ganham menos que os homens, nos mesmos cargos. O povo diz que a igualdade entre a mulher e o homem já existe. Não é bem assim! Ainda precisamos lutar para que isso aconteça. A mulher ainda sofre muito preconceito, especialmente em relação ao seu corpo e ao que veste. Isto me incomoda muito.”

Nicole Heiniger, 34 anos, fotógrafa

“As mulheres estão conquistando seu espaço em todas as áreas e cada vez mais vão se destacar pela maneira sensível de ver o mundo. Espero que as mulheres acreditem mais no seu potencial e não permitam serem diminuídas pela sociedade. Acredito no poder da mulher e acredito que qualquer pessoa possa conquistar seus maiores objetivos na vida, apenas acreditando. Afinal, por trás de um grande homem, sempre existe uma grande mulher.”

Teka Brajkovic, 37, designer d’A Figurinista

“Gostaria de ver as mulheres conquistando equilíbrio entre carreira e família. Vejo várias mulheres aos 40 se questionando por terem dado prioridade à carreira e sofrendo, frustradas por não terem tido filhos ou formado família.”

Fernanda Yamamoto, 36, estilista 

“Direito ao aborto. Que seja feito de forma segura e legal – e não criminalizada, como é hoje.” Fernanda Yamamoto, 36, estilista

Maria Oiticica, designer de biojoias

“Igualdade salarial de gênero, mais espaço no mercado de trabalho, menos violência e preconceito.”

Thássia Naves, 26, blogueira

“Eu espero que o respeito, a igualdade e o reconhecimento sejam realidade em um futuro bem próximo”

Alice Caymmi, 25, cantora

“Maior representatividade política seria o mínimo para começar boas mudanças. Desejo que as mulheres ganhem igualmente aos homens por seu trabalho, além de ter sua voz ouvida nos ambientes em que circula. Muito se fala em maior número de mulheres nas empresas, mas pouco se diz sobre o valor que a palavra delas têm dentro do escritório. Desejo que não se cobre mais da mulher a responsabilidade de um casamento e de ter filhos e, além disso, que sejam respeitadas suas escolhas amorosas, seja um casamento homossexual ou poliamor. Que a liberdade sexual saia do Facebook e entre na vida das mulheres, que os seus orgasmos sejam levados em conta, que o seu corpo, sua vagina, suas formas, sejam respeitados como tão sagrados quanto o sexo dos homens. Eu quero ver os homens estudando e entendendo a anatomia feminina, suas transições, formas, pontos de prazer e ciclos menstruais; que isso entre em pauta nas escolas. Além disso, espero que todas nós possamos ajudar umas às outras a difundir nossas ideias.”

Raquel Davidowicz, 48, estilista da UMA 

“Gostaria de ver as mulheres com liberdade de pensamento e atitude.
Seguras quanto à sua estética; livres de imposições sociais. Atuando com segurança na vida pessoal e profissional e, desta forma, impondo a igualdade entre os sexos.”

 

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