Um toque de romance
Depois de uma coleção de inverno que ajudou a definir a tendência anos 1980, que invadiu as passarelas, Donna Karan dá trégua às Power women e mostra um desfile ultrafeminino, com um quê de romantismo. Em especial nos longos que fecharam a apresentação: vestidos-colunas, cheios de movimentos, monocromáticos (nude, cinza, vermelho), em seda e organza levíssimos. A sensação é que eles foram feitos especialmente nas modelos que os desfilaram, em um moulage perfeito, com metros e metros de tecidos recortados e costurados direto no corpo. Para eventos mais informais, a cliente Donna Karan, mais clássica que a da DKNY, prefere o comprimento na altura do joelho (nada de mínis), em saias lápis ou drapeadas e vestidos-envelopes. Tudo arrematado por um cintinho do mesmo tecido e, vez ou outra, por um blazer acinturado. Os tons não variam muito. Além dos citados acima, o coral apareceu em três looks. Nos pés, peep-toes nude, que valorizam as pernas, dando a falsa (e boa) impressão de que elas são mais longas.
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Fotos: Agência Fotosite