Fashion Rio
Verão 2013
OEstudio
-
OEstudio é um coletivo de designers que trabalha em várias frentes, sendo uma delas a moda. Mas o fato é que, desfile após desfles, eles não se preocupam em seguir tendências ou propor algo inesperado. Tudo sempre gira em torno de uma mensagem. No verão 2013, eles partem das vestes de mendigos (coisa que Galliano já explorou nos anos 1990) para criar roupas panfletárias, que talvez pretendam incluir ou, pelo menos, chamar a atenção para os menos favorecidos. Calças clochard, bermudas boyfriend e muita sobreposição - em sintonia com o vestuário de quem vive nas ruas - povoaram a passarela, assim como camisas de seda com frases que lembram grafites e roupas supostamente improvisadas (caso da saia em camadas, feita de camisetas, e da saia de náilon com ajustes, que remete a sacos de lixo). Para abrir o desfile, a trupe mostrou um vídeo com frases de um morador de rua, que explicava que suas roupas eram artesanais e que podiam demorar até um ano para serem feitas. A moda do OEstudio, porém, não tem nada de handmade, é bem mais calcada na tecnologia e no design. A pergunta que fica é: o discurso tem validade?
RENATA PIZA -
OEstudio é um coletivo de designers que trabalha em várias frentes, sendo uma delas a moda. Mas o fato é que, desfile após desfles, eles não se preocupam em seguir tendências ou propor algo inesperado. Tudo sempre gira em torno de uma mensagem. No verão 2013, eles partem das vestes de mendigos (coisa que Galliano já explorou nos anos 1990) para criar roupas panfletárias, que talvez pretendam incluir ou, pelo menos, chamar a atenção para os menos favorecidos. Calças clochard, bermudas boyfriend e muita sobreposição - em sintonia com o vestuário de quem vive nas ruas - povoaram a passarela, assim como camisas de seda com frases que lembram grafites e roupas supostamente improvisadas (caso da saia em camadas, feita de camisetas, e da saia de náilon com ajustes, que remete a sacos de lixo). Para abrir o desfile, a trupe mostrou um vídeo com frases de um morador de rua, que explicava que suas roupas eram artesanais e que podiam demorar até um ano para serem feitas. A moda do OEstudio, porém, não tem nada de handmade, é bem mais calcada na tecnologia e no design. A pergunta que fica é: o discurso tem validade?
RENATA PIZA -
OEstudio é um coletivo de designers que trabalha em várias frentes, sendo uma delas a moda. Mas o fato é que, desfile após desfles, eles não se preocupam em seguir tendências ou propor algo inesperado. Tudo sempre gira em torno de uma mensagem. No verão 2013, eles partem das vestes de mendigos (coisa que Galliano já explorou nos anos 1990) para criar roupas panfletárias, que talvez pretendam incluir ou, pelo menos, chamar a atenção para os menos favorecidos. Calças clochard, bermudas boyfriend e muita sobreposição - em sintonia com o vestuário de quem vive nas ruas - povoaram a passarela, assim como camisas de seda com frases que lembram grafites e roupas supostamente improvisadas (caso da saia em camadas, feita de camisetas, e da saia de náilon com ajustes, que remete a sacos de lixo). Para abrir o desfile, a trupe mostrou um vídeo com frases de um morador de rua, que explicava que suas roupas eram artesanais e que podiam demorar até um ano para serem feitas. A moda do OEstudio, porém, não tem nada de handmade, é bem mais calcada na tecnologia e no design. A pergunta que fica é: o discurso tem validade?
RENATA PIZA -
OEstudio é um coletivo de designers que trabalha em várias frentes, sendo uma delas a moda. Mas o fato é que, desfile após desfles, eles não se preocupam em seguir tendências ou propor algo inesperado. Tudo sempre gira em torno de uma mensagem. No verão 2013, eles partem das vestes de mendigos (coisa que Galliano já explorou nos anos 1990) para criar roupas panfletárias, que talvez pretendam incluir ou, pelo menos, chamar a atenção para os menos favorecidos. Calças clochard, bermudas boyfriend e muita sobreposição - em sintonia com o vestuário de quem vive nas ruas - povoaram a passarela, assim como camisas de seda com frases que lembram grafites e roupas supostamente improvisadas (caso da saia em camadas, feita de camisetas, e da saia de náilon com ajustes, que remete a sacos de lixo). Para abrir o desfile, a trupe mostrou um vídeo com frases de um morador de rua, que explicava que suas roupas eram artesanais e que podiam demorar até um ano para serem feitas. A moda do OEstudio, porém, não tem nada de handmade, é bem mais calcada na tecnologia e no design. A pergunta que fica é: o discurso tem validade?
RENATA PIZA -
OEstudio é um coletivo de designers que trabalha em várias frentes, sendo uma delas a moda. Mas o fato é que, desfile após desfles, eles não se preocupam em seguir tendências ou propor algo inesperado. Tudo sempre gira em torno de uma mensagem. No verão 2013, eles partem das vestes de mendigos (coisa que Galliano já explorou nos anos 1990) para criar roupas panfletárias, que talvez pretendam incluir ou, pelo menos, chamar a atenção para os menos favorecidos. Calças clochard, bermudas boyfriend e muita sobreposição - em sintonia com o vestuário de quem vive nas ruas - povoaram a passarela, assim como camisas de seda com frases que lembram grafites e roupas supostamente improvisadas (caso da saia em camadas, feita de camisetas, e da saia de náilon com ajustes, que remete a sacos de lixo). Para abrir o desfile, a trupe mostrou um vídeo com frases de um morador de rua, que explicava que suas roupas eram artesanais e que podiam demorar até um ano para serem feitas. A moda do OEstudio, porém, não tem nada de handmade, é bem mais calcada na tecnologia e no design. A pergunta que fica é: o discurso tem validade?
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OEstudio é um coletivo de designers que trabalha em várias frentes, sendo uma delas a moda. Mas o fato é que, desfile após desfles, eles não se preocupam em seguir tendências ou propor algo inesperado. Tudo sempre gira em torno de uma mensagem. No verão 2013, eles partem das vestes de mendigos (coisa que Galliano já explorou nos anos 1990) para criar roupas panfletárias, que talvez pretendam incluir ou, pelo menos, chamar a atenção para os menos favorecidos. Calças clochard, bermudas boyfriend e muita sobreposição - em sintonia com o vestuário de quem vive nas ruas - povoaram a passarela, assim como camisas de seda com frases que lembram grafites e roupas supostamente improvisadas (caso da saia em camadas, feita de camisetas, e da saia de náilon com ajustes, que remete a sacos de lixo). Para abrir o desfile, a trupe mostrou um vídeo com frases de um morador de rua, que explicava que suas roupas eram artesanais e que podiam demorar até um ano para serem feitas. A moda do OEstudio, porém, não tem nada de handmade, é bem mais calcada na tecnologia e no design. A pergunta que fica é: o discurso tem validade?
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OEstudio é um coletivo de designers que trabalha em várias frentes, sendo uma delas a moda. Mas o fato é que, desfile após desfles, eles não se preocupam em seguir tendências ou propor algo inesperado. Tudo sempre gira em torno de uma mensagem. No verão 2013, eles partem das vestes de mendigos (coisa que Galliano já explorou nos anos 1990) para criar roupas panfletárias, que talvez pretendam incluir ou, pelo menos, chamar a atenção para os menos favorecidos. Calças clochard, bermudas boyfriend e muita sobreposição - em sintonia com o vestuário de quem vive nas ruas - povoaram a passarela, assim como camisas de seda com frases que lembram grafites e roupas supostamente improvisadas (caso da saia em camadas, feita de camisetas, e da saia de náilon com ajustes, que remete a sacos de lixo). Para abrir o desfile, a trupe mostrou um vídeo com frases de um morador de rua, que explicava que suas roupas eram artesanais e que podiam demorar até um ano para serem feitas. A moda do OEstudio, porém, não tem nada de handmade, é bem mais calcada na tecnologia e no design. A pergunta que fica é: o discurso tem validade?
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OEstudio é um coletivo de designers que trabalha em várias frentes, sendo uma delas a moda. Mas o fato é que, desfile após desfles, eles não se preocupam em seguir tendências ou propor algo inesperado. Tudo sempre gira em torno de uma mensagem. No verão 2013, eles partem das vestes de mendigos (coisa que Galliano já explorou nos anos 1990) para criar roupas panfletárias, que talvez pretendam incluir ou, pelo menos, chamar a atenção para os menos favorecidos. Calças clochard, bermudas boyfriend e muita sobreposição - em sintonia com o vestuário de quem vive nas ruas - povoaram a passarela, assim como camisas de seda com frases que lembram grafites e roupas supostamente improvisadas (caso da saia em camadas, feita de camisetas, e da saia de náilon com ajustes, que remete a sacos de lixo). Para abrir o desfile, a trupe mostrou um vídeo com frases de um morador de rua, que explicava que suas roupas eram artesanais e que podiam demorar até um ano para serem feitas. A moda do OEstudio, porém, não tem nada de handmade, é bem mais calcada na tecnologia e no design. A pergunta que fica é: o discurso tem validade?
RENATA PIZA
Fotos
Publicado em 26/05/2012





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