Nova York
Verão 2013
Proenza Schouler
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O desfile de verão da Proenza Schouler foi uma verdadeira miscelânea de referências. A exibição parisiense do pintor alemão Gerhard Richter e a internet – “o bombardeio de imagens e as diferentes informações que as pessoas obtêm todos os dias” - mesclaram-se de maneira aleatória na passarela de Jack McCollough e Lazaro Hernandez. O resultado? Muitas peças de patchwork que representavam essa mistura supermoderna. O couro dominou a apresentação, aparecendo em grande parte dos coletes e casacos estruturados e das saias na altura do joelho. A silhueta box é, novamente, uma das apostas da grife norte-americana – com exceção dos vestidos, de longe os itens mais femininos da coleção. Além do crash de prints, as peças também ganharam aplicações com bordados, ilhoses e tachas. O visual era um tanto poluído, mas em total sintonia com a proposta da grife para a estação.
colaborou FERNANDA JACOB
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O desfile de verão da Proenza Schouler foi uma verdadeira miscelânea de referências. A exibição parisiense do pintor alemão Gerhard Richter e a internet – “o bombardeio de imagens e as diferentes informações que as pessoas obtêm todos os dias” - mesclaram-se de maneira aleatória na passarela de Jack McCollough e Lazaro Hernandez. O resultado? Muitas peças de patchwork que representavam essa mistura supermoderna. O couro dominou a apresentação, aparecendo em grande parte dos coletes e casacos estruturados e das saias na altura do joelho. A silhueta box é, novamente, uma das apostas da grife norte-americana – com exceção dos vestidos, de longe os itens mais femininos da coleção. Além do crash de prints, as peças também ganharam aplicações com bordados, ilhoses e tachas. O visual era um tanto poluído, mas em total sintonia com a proposta da grife para a estação.
colaborou FERNANDA JACOB
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O desfile de verão da Proenza Schouler foi uma verdadeira miscelânea de referências. A exibição parisiense do pintor alemão Gerhard Richter e a internet – “o bombardeio de imagens e as diferentes informações que as pessoas obtêm todos os dias” - mesclaram-se de maneira aleatória na passarela de Jack McCollough e Lazaro Hernandez. O resultado? Muitas peças de patchwork que representavam essa mistura supermoderna. O couro dominou a apresentação, aparecendo em grande parte dos coletes e casacos estruturados e das saias na altura do joelho. A silhueta box é, novamente, uma das apostas da grife norte-americana – com exceção dos vestidos, de longe os itens mais femininos da coleção. Além do crash de prints, as peças também ganharam aplicações com bordados, ilhoses e tachas. O visual era um tanto poluído, mas em total sintonia com a proposta da grife para a estação.
colaborou FERNANDA JACOB
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O desfile de verão da Proenza Schouler foi uma verdadeira miscelânea de referências. A exibição parisiense do pintor alemão Gerhard Richter e a internet – “o bombardeio de imagens e as diferentes informações que as pessoas obtêm todos os dias” - mesclaram-se de maneira aleatória na passarela de Jack McCollough e Lazaro Hernandez. O resultado? Muitas peças de patchwork que representavam essa mistura supermoderna. O couro dominou a apresentação, aparecendo em grande parte dos coletes e casacos estruturados e das saias na altura do joelho. A silhueta box é, novamente, uma das apostas da grife norte-americana – com exceção dos vestidos, de longe os itens mais femininos da coleção. Além do crash de prints, as peças também ganharam aplicações com bordados, ilhoses e tachas. O visual era um tanto poluído, mas em total sintonia com a proposta da grife para a estação.
colaborou FERNANDA JACOB
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O desfile de verão da Proenza Schouler foi uma verdadeira miscelânea de referências. A exibição parisiense do pintor alemão Gerhard Richter e a internet – “o bombardeio de imagens e as diferentes informações que as pessoas obtêm todos os dias” - mesclaram-se de maneira aleatória na passarela de Jack McCollough e Lazaro Hernandez. O resultado? Muitas peças de patchwork que representavam essa mistura supermoderna. O couro dominou a apresentação, aparecendo em grande parte dos coletes e casacos estruturados e das saias na altura do joelho. A silhueta box é, novamente, uma das apostas da grife norte-americana – com exceção dos vestidos, de longe os itens mais femininos da coleção. Além do crash de prints, as peças também ganharam aplicações com bordados, ilhoses e tachas. O visual era um tanto poluído, mas em total sintonia com a proposta da grife para a estação.
colaborou FERNANDA JACOB
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O desfile de verão da Proenza Schouler foi uma verdadeira miscelânea de referências. A exibição parisiense do pintor alemão Gerhard Richter e a internet – “o bombardeio de imagens e as diferentes informações que as pessoas obtêm todos os dias” - mesclaram-se de maneira aleatória na passarela de Jack McCollough e Lazaro Hernandez. O resultado? Muitas peças de patchwork que representavam essa mistura supermoderna. O couro dominou a apresentação, aparecendo em grande parte dos coletes e casacos estruturados e das saias na altura do joelho. A silhueta box é, novamente, uma das apostas da grife norte-americana – com exceção dos vestidos, de longe os itens mais femininos da coleção. Além do crash de prints, as peças também ganharam aplicações com bordados, ilhoses e tachas. O visual era um tanto poluído, mas em total sintonia com a proposta da grife para a estação.
colaborou FERNANDA JACOB
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O desfile de verão da Proenza Schouler foi uma verdadeira miscelânea de referências. A exibição parisiense do pintor alemão Gerhard Richter e a internet – “o bombardeio de imagens e as diferentes informações que as pessoas obtêm todos os dias” - mesclaram-se de maneira aleatória na passarela de Jack McCollough e Lazaro Hernandez. O resultado? Muitas peças de patchwork que representavam essa mistura supermoderna. O couro dominou a apresentação, aparecendo em grande parte dos coletes e casacos estruturados e das saias na altura do joelho. A silhueta box é, novamente, uma das apostas da grife norte-americana – com exceção dos vestidos, de longe os itens mais femininos da coleção. Além do crash de prints, as peças também ganharam aplicações com bordados, ilhoses e tachas. O visual era um tanto poluído, mas em total sintonia com a proposta da grife para a estação.
colaborou FERNANDA JACOB
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O desfile de verão da Proenza Schouler foi uma verdadeira miscelânea de referências. A exibição parisiense do pintor alemão Gerhard Richter e a internet – “o bombardeio de imagens e as diferentes informações que as pessoas obtêm todos os dias” - mesclaram-se de maneira aleatória na passarela de Jack McCollough e Lazaro Hernandez. O resultado? Muitas peças de patchwork que representavam essa mistura supermoderna. O couro dominou a apresentação, aparecendo em grande parte dos coletes e casacos estruturados e das saias na altura do joelho. A silhueta box é, novamente, uma das apostas da grife norte-americana – com exceção dos vestidos, de longe os itens mais femininos da coleção. Além do crash de prints, as peças também ganharam aplicações com bordados, ilhoses e tachas. O visual era um tanto poluído, mas em total sintonia com a proposta da grife para a estação.
colaborou FERNANDA JACOB
Fotos
Publicado em 04/09/2012





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