Paris
Inverno 2012
Alexander McQueen
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Sarah Burton levou uma visão positiva do futuro para a passarela de inverno 2013 da Alexander McQueen. Trata-se de um futurismo com leveza, não um futurismo frio, disse a estilista ao WWD. Ela descreveu formas e estampas que organicamente explodiriam com o andar do desfile. E foi exatamente o que se viu na passarela. Na primeira parte, saias estruturadas surgiram em jacquards enfeitados delicadamente por bordados. Em seguida, as silhuetas começaram a ganhar volume com materiais como renda e pele, que formavam pompons. Logo depois veio a explosão descrita pela estilista: os vestidos ganharam formas extravagantes com pelo de cabra, pena de avestruz ou pelo de cordeiro. A cartela de cores também ajudou a criar o clima de evolução. Os primeiros looks tinham tons claros, como o branco e o rosa pastel, os últimos surgiram em vermelho e preto.
por Mariana Pontual
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Sarah Burton levou uma visão positiva do futuro para a passarela de inverno 2013 da Alexander McQueen. Trata-se de um futurismo com leveza, não um futurismo frio, disse a estilista ao WWD. Ela descreveu formas e estampas que organicamente explodiriam com o andar do desfile. E foi exatamente o que se viu na passarela. Na primeira parte, saias estruturadas surgiram em jacquards enfeitados delicadamente por bordados. Em seguida, as silhuetas começaram a ganhar volume com materiais como renda e pele, que formavam pompons. Logo depois veio a explosão descrita pela estilista: os vestidos ganharam formas extravagantes com pelo de cabra, pena de avestruz ou pelo de cordeiro. A cartela de cores também ajudou a criar o clima de evolução. Os primeiros looks tinham tons claros, como o branco e o rosa pastel, os últimos surgiram em vermelho e preto.
por Mariana Pontual
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Sarah Burton levou uma visão positiva do futuro para a passarela de inverno 2013 da Alexander McQueen. Trata-se de um futurismo com leveza, não um futurismo frio, disse a estilista ao WWD. Ela descreveu formas e estampas que organicamente explodiriam com o andar do desfile. E foi exatamente o que se viu na passarela. Na primeira parte, saias estruturadas surgiram em jacquards enfeitados delicadamente por bordados. Em seguida, as silhuetas começaram a ganhar volume com materiais como renda e pele, que formavam pompons. Logo depois veio a explosão descrita pela estilista: os vestidos ganharam formas extravagantes com pelo de cabra, pena de avestruz ou pelo de cordeiro. A cartela de cores também ajudou a criar o clima de evolução. Os primeiros looks tinham tons claros, como o branco e o rosa pastel, os últimos surgiram em vermelho e preto.
por Mariana Pontual
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Sarah Burton levou uma visão positiva do futuro para a passarela de inverno 2013 da Alexander McQueen. Trata-se de um futurismo com leveza, não um futurismo frio, disse a estilista ao WWD. Ela descreveu formas e estampas que organicamente explodiriam com o andar do desfile. E foi exatamente o que se viu na passarela. Na primeira parte, saias estruturadas surgiram em jacquards enfeitados delicadamente por bordados. Em seguida, as silhuetas começaram a ganhar volume com materiais como renda e pele, que formavam pompons. Logo depois veio a explosão descrita pela estilista: os vestidos ganharam formas extravagantes com pelo de cabra, pena de avestruz ou pelo de cordeiro. A cartela de cores também ajudou a criar o clima de evolução. Os primeiros looks tinham tons claros, como o branco e o rosa pastel, os últimos surgiram em vermelho e preto.
por Mariana Pontual
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Sarah Burton levou uma visão positiva do futuro para a passarela de inverno 2013 da Alexander McQueen. Trata-se de um futurismo com leveza, não um futurismo frio, disse a estilista ao WWD. Ela descreveu formas e estampas que organicamente explodiriam com o andar do desfile. E foi exatamente o que se viu na passarela. Na primeira parte, saias estruturadas surgiram em jacquards enfeitados delicadamente por bordados. Em seguida, as silhuetas começaram a ganhar volume com materiais como renda e pele, que formavam pompons. Logo depois veio a explosão descrita pela estilista: os vestidos ganharam formas extravagantes com pelo de cabra, pena de avestruz ou pelo de cordeiro. A cartela de cores também ajudou a criar o clima de evolução. Os primeiros looks tinham tons claros, como o branco e o rosa pastel, os últimos surgiram em vermelho e preto.
por Mariana Pontual
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Sarah Burton levou uma visão positiva do futuro para a passarela de inverno 2013 da Alexander McQueen. Trata-se de um futurismo com leveza, não um futurismo frio, disse a estilista ao WWD. Ela descreveu formas e estampas que organicamente explodiriam com o andar do desfile. E foi exatamente o que se viu na passarela. Na primeira parte, saias estruturadas surgiram em jacquards enfeitados delicadamente por bordados. Em seguida, as silhuetas começaram a ganhar volume com materiais como renda e pele, que formavam pompons. Logo depois veio a explosão descrita pela estilista: os vestidos ganharam formas extravagantes com pelo de cabra, pena de avestruz ou pelo de cordeiro. A cartela de cores também ajudou a criar o clima de evolução. Os primeiros looks tinham tons claros, como o branco e o rosa pastel, os últimos surgiram em vermelho e preto.
por Mariana Pontual
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Sarah Burton levou uma visão positiva do futuro para a passarela de inverno 2013 da Alexander McQueen. Trata-se de um futurismo com leveza, não um futurismo frio, disse a estilista ao WWD. Ela descreveu formas e estampas que organicamente explodiriam com o andar do desfile. E foi exatamente o que se viu na passarela. Na primeira parte, saias estruturadas surgiram em jacquards enfeitados delicadamente por bordados. Em seguida, as silhuetas começaram a ganhar volume com materiais como renda e pele, que formavam pompons. Logo depois veio a explosão descrita pela estilista: os vestidos ganharam formas extravagantes com pelo de cabra, pena de avestruz ou pelo de cordeiro. A cartela de cores também ajudou a criar o clima de evolução. Os primeiros looks tinham tons claros, como o branco e o rosa pastel, os últimos surgiram em vermelho e preto.
por Mariana Pontual
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Sarah Burton levou uma visão positiva do futuro para a passarela de inverno 2013 da Alexander McQueen. Trata-se de um futurismo com leveza, não um futurismo frio, disse a estilista ao WWD. Ela descreveu formas e estampas que organicamente explodiriam com o andar do desfile. E foi exatamente o que se viu na passarela. Na primeira parte, saias estruturadas surgiram em jacquards enfeitados delicadamente por bordados. Em seguida, as silhuetas começaram a ganhar volume com materiais como renda e pele, que formavam pompons. Logo depois veio a explosão descrita pela estilista: os vestidos ganharam formas extravagantes com pelo de cabra, pena de avestruz ou pelo de cordeiro. A cartela de cores também ajudou a criar o clima de evolução. Os primeiros looks tinham tons claros, como o branco e o rosa pastel, os últimos surgiram em vermelho e preto.
por Mariana Pontual
Fotos
Publicado em 20/03/2012





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