São Paulo Fashion Week
Inverno 2008
Huis Clos
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Desfile de cinema
A inspiração veio da fotógrafa francesa Sarah Moon. A cor predominante era o cinza, seguido por preto e marrom e salpicado de uva e pistache. O visual oscilava entre os anos 1920, graças à silhueta folgada das blusas na altura dos quadris e bastante desestruturadas, e os anos 1930, com seus chapéus e sapatos masculinos estes últimos, vinham com saltos grossos e altos de madeira marchetada, eram feitos de píton e transpiravam elegância. O trabalho nos tecidos era primoroso: havia um sem número de patchworks em que se casavam veludo, jérsei de lã, malha de viscose envelhecida, seda e um pouco mais. Havia transparências sutis muito sensuais e nada óbvias. Objetos de desejo eram os vestidos, especialmente os construídos no patchwork e sem mangas. Eram fluidos e soltos sem passar da conta no volume. Para efeito de cena, as modelos não deixavam a passarela. Elas ficavam na boca de cena formando um tableau vivant, dando ares de set de cinema à passarela e deliciando a platéia que podia esmiuçar tudo por um pouco mais de tempo. Foi lindo e mereceu cada palma entusiasmada!
Helena Campos | Fotos: Agência Fotosite
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Desfile de cinema
A inspiração veio da fotógrafa francesa Sarah Moon. A cor predominante era o cinza, seguido por preto e marrom e salpicado de uva e pistache. O visual oscilava entre os anos 1920, graças à silhueta folgada das blusas na altura dos quadris e bastante desestruturadas, e os anos 1930, com seus chapéus e sapatos masculinos estes últimos, vinham com saltos grossos e altos de madeira marchetada, eram feitos de píton e transpiravam elegância. O trabalho nos tecidos era primoroso: havia um sem número de patchworks em que se casavam veludo, jérsei de lã, malha de viscose envelhecida, seda e um pouco mais. Havia transparências sutis muito sensuais e nada óbvias. Objetos de desejo eram os vestidos, especialmente os construídos no patchwork e sem mangas. Eram fluidos e soltos sem passar da conta no volume. Para efeito de cena, as modelos não deixavam a passarela. Elas ficavam na boca de cena formando um tableau vivant, dando ares de set de cinema à passarela e deliciando a platéia que podia esmiuçar tudo por um pouco mais de tempo. Foi lindo e mereceu cada palma entusiasmada!
Helena Campos | Fotos: Agência Fotosite
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Desfile de cinema
A inspiração veio da fotógrafa francesa Sarah Moon. A cor predominante era o cinza, seguido por preto e marrom e salpicado de uva e pistache. O visual oscilava entre os anos 1920, graças à silhueta folgada das blusas na altura dos quadris e bastante desestruturadas, e os anos 1930, com seus chapéus e sapatos masculinos estes últimos, vinham com saltos grossos e altos de madeira marchetada, eram feitos de píton e transpiravam elegância. O trabalho nos tecidos era primoroso: havia um sem número de patchworks em que se casavam veludo, jérsei de lã, malha de viscose envelhecida, seda e um pouco mais. Havia transparências sutis muito sensuais e nada óbvias. Objetos de desejo eram os vestidos, especialmente os construídos no patchwork e sem mangas. Eram fluidos e soltos sem passar da conta no volume. Para efeito de cena, as modelos não deixavam a passarela. Elas ficavam na boca de cena formando um tableau vivant, dando ares de set de cinema à passarela e deliciando a platéia que podia esmiuçar tudo por um pouco mais de tempo. Foi lindo e mereceu cada palma entusiasmada!
Helena Campos | Fotos: Agência Fotosite
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Desfile de cinema
A inspiração veio da fotógrafa francesa Sarah Moon. A cor predominante era o cinza, seguido por preto e marrom e salpicado de uva e pistache. O visual oscilava entre os anos 1920, graças à silhueta folgada das blusas na altura dos quadris e bastante desestruturadas, e os anos 1930, com seus chapéus e sapatos masculinos estes últimos, vinham com saltos grossos e altos de madeira marchetada, eram feitos de píton e transpiravam elegância. O trabalho nos tecidos era primoroso: havia um sem número de patchworks em que se casavam veludo, jérsei de lã, malha de viscose envelhecida, seda e um pouco mais. Havia transparências sutis muito sensuais e nada óbvias. Objetos de desejo eram os vestidos, especialmente os construídos no patchwork e sem mangas. Eram fluidos e soltos sem passar da conta no volume. Para efeito de cena, as modelos não deixavam a passarela. Elas ficavam na boca de cena formando um tableau vivant, dando ares de set de cinema à passarela e deliciando a platéia que podia esmiuçar tudo por um pouco mais de tempo. Foi lindo e mereceu cada palma entusiasmada!
Helena Campos | Fotos: Agência Fotosite
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A inspiração veio da fotógrafa francesa Sarah Moon. A cor predominante era o cinza, seguido por preto e marrom e salpicado de uva e pistache. O visual oscilava entre os anos 1920, graças à silhueta folgada das blusas na altura dos quadris e bastante desestruturadas, e os anos 1930, com seus chapéus e sapatos masculinos estes últimos, vinham com saltos grossos e altos de madeira marchetada, eram feitos de píton e transpiravam elegância. O trabalho nos tecidos era primoroso: havia um sem número de patchworks em que se casavam veludo, jérsei de lã, malha de viscose envelhecida, seda e um pouco mais. Havia transparências sutis muito sensuais e nada óbvias. Objetos de desejo eram os vestidos, especialmente os construídos no patchwork e sem mangas. Eram fluidos e soltos sem passar da conta no volume. Para efeito de cena, as modelos não deixavam a passarela. Elas ficavam na boca de cena formando um tableau vivant, dando ares de set de cinema à passarela e deliciando a platéia que podia esmiuçar tudo por um pouco mais de tempo. Foi lindo e mereceu cada palma entusiasmada!
Helena Campos | Fotos: Agência Fotosite
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A inspiração veio da fotógrafa francesa Sarah Moon. A cor predominante era o cinza, seguido por preto e marrom e salpicado de uva e pistache. O visual oscilava entre os anos 1920, graças à silhueta folgada das blusas na altura dos quadris e bastante desestruturadas, e os anos 1930, com seus chapéus e sapatos masculinos estes últimos, vinham com saltos grossos e altos de madeira marchetada, eram feitos de píton e transpiravam elegância. O trabalho nos tecidos era primoroso: havia um sem número de patchworks em que se casavam veludo, jérsei de lã, malha de viscose envelhecida, seda e um pouco mais. Havia transparências sutis muito sensuais e nada óbvias. Objetos de desejo eram os vestidos, especialmente os construídos no patchwork e sem mangas. Eram fluidos e soltos sem passar da conta no volume. Para efeito de cena, as modelos não deixavam a passarela. Elas ficavam na boca de cena formando um tableau vivant, dando ares de set de cinema à passarela e deliciando a platéia que podia esmiuçar tudo por um pouco mais de tempo. Foi lindo e mereceu cada palma entusiasmada!
Helena Campos | Fotos: Agência Fotosite
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A inspiração veio da fotógrafa francesa Sarah Moon. A cor predominante era o cinza, seguido por preto e marrom e salpicado de uva e pistache. O visual oscilava entre os anos 1920, graças à silhueta folgada das blusas na altura dos quadris e bastante desestruturadas, e os anos 1930, com seus chapéus e sapatos masculinos estes últimos, vinham com saltos grossos e altos de madeira marchetada, eram feitos de píton e transpiravam elegância. O trabalho nos tecidos era primoroso: havia um sem número de patchworks em que se casavam veludo, jérsei de lã, malha de viscose envelhecida, seda e um pouco mais. Havia transparências sutis muito sensuais e nada óbvias. Objetos de desejo eram os vestidos, especialmente os construídos no patchwork e sem mangas. Eram fluidos e soltos sem passar da conta no volume. Para efeito de cena, as modelos não deixavam a passarela. Elas ficavam na boca de cena formando um tableau vivant, dando ares de set de cinema à passarela e deliciando a platéia que podia esmiuçar tudo por um pouco mais de tempo. Foi lindo e mereceu cada palma entusiasmada!
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A inspiração veio da fotógrafa francesa Sarah Moon. A cor predominante era o cinza, seguido por preto e marrom e salpicado de uva e pistache. O visual oscilava entre os anos 1920, graças à silhueta folgada das blusas na altura dos quadris e bastante desestruturadas, e os anos 1930, com seus chapéus e sapatos masculinos estes últimos, vinham com saltos grossos e altos de madeira marchetada, eram feitos de píton e transpiravam elegância. O trabalho nos tecidos era primoroso: havia um sem número de patchworks em que se casavam veludo, jérsei de lã, malha de viscose envelhecida, seda e um pouco mais. Havia transparências sutis muito sensuais e nada óbvias. Objetos de desejo eram os vestidos, especialmente os construídos no patchwork e sem mangas. Eram fluidos e soltos sem passar da conta no volume. Para efeito de cena, as modelos não deixavam a passarela. Elas ficavam na boca de cena formando um tableau vivant, dando ares de set de cinema à passarela e deliciando a platéia que podia esmiuçar tudo por um pouco mais de tempo. Foi lindo e mereceu cada palma entusiasmada!
Helena Campos | Fotos: Agência Fotosite
Fotos
Publicado em 30/03/2012





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