São Paulo Fashion Week
Inverno 2009
Maria Bonita
-
Pano pra manga
Danielle Jensen, da Maria Bonita, nunca se rende ao mais óbvio ou ao mais fácil. Suas coleções sempre têm pequenas subversões de formas, cartelas cromáticas surpreendentes e silhuetas que, à primeira vista, não favorecem nenhuma mulher. Mas observando com cuidado peça a peça vemos o quão primoroso é o trabalho dela. Desta vez, o ponto de partida é o equilíbrio dos planos e as formas geométricas (círculos, quadrados, retângulos). Eles aparecem em paletós beeeem grandes, que fazem eco à tendência masculina, mas que ainda assim conseguem ser autorais um pedaço de pano sai da pala e vai para a lateral, o botão é deslocado para a barra. São as melhores roupas do desfile, ao lado dos ótimos tricôs de renda com bolas vazadas, que algumas vezes dão a impressão de gastos pelo tempo poéticos e frescos. Continuando seu trabalho de deslocar peças, Danielle também cria versões de camisa-vestido, camisa-macacão e vestido-bermuda é uma aula de descosturar, recosturar, dar uma forma nova. Marrom, marinho, cinza e bege ora se alternam, ora aparecem em listras, deixando tudo com um ar sóbrio e chic. Mesmo quem não se identifica com a marca (que não tem uma sensualidade explícita, abusa de comprimentos médios e não teme roupas amplas, que passam longe do corpo) consegue reconhecer a beleza e a coerência dessa coleção.
Renata Piza | Fotos: Agência Fotosite
-
Pano pra manga
Danielle Jensen, da Maria Bonita, nunca se rende ao mais óbvio ou ao mais fácil. Suas coleções sempre têm pequenas subversões de formas, cartelas cromáticas surpreendentes e silhuetas que, à primeira vista, não favorecem nenhuma mulher. Mas observando com cuidado peça a peça vemos o quão primoroso é o trabalho dela. Desta vez, o ponto de partida é o equilíbrio dos planos e as formas geométricas (círculos, quadrados, retângulos). Eles aparecem em paletós beeeem grandes, que fazem eco à tendência masculina, mas que ainda assim conseguem ser autorais um pedaço de pano sai da pala e vai para a lateral, o botão é deslocado para a barra. São as melhores roupas do desfile, ao lado dos ótimos tricôs de renda com bolas vazadas, que algumas vezes dão a impressão de gastos pelo tempo poéticos e frescos. Continuando seu trabalho de deslocar peças, Danielle também cria versões de camisa-vestido, camisa-macacão e vestido-bermuda é uma aula de descosturar, recosturar, dar uma forma nova. Marrom, marinho, cinza e bege ora se alternam, ora aparecem em listras, deixando tudo com um ar sóbrio e chic. Mesmo quem não se identifica com a marca (que não tem uma sensualidade explícita, abusa de comprimentos médios e não teme roupas amplas, que passam longe do corpo) consegue reconhecer a beleza e a coerência dessa coleção.
Renata Piza | Fotos: Agência Fotosite
-
Pano pra manga
Danielle Jensen, da Maria Bonita, nunca se rende ao mais óbvio ou ao mais fácil. Suas coleções sempre têm pequenas subversões de formas, cartelas cromáticas surpreendentes e silhuetas que, à primeira vista, não favorecem nenhuma mulher. Mas observando com cuidado peça a peça vemos o quão primoroso é o trabalho dela. Desta vez, o ponto de partida é o equilíbrio dos planos e as formas geométricas (círculos, quadrados, retângulos). Eles aparecem em paletós beeeem grandes, que fazem eco à tendência masculina, mas que ainda assim conseguem ser autorais um pedaço de pano sai da pala e vai para a lateral, o botão é deslocado para a barra. São as melhores roupas do desfile, ao lado dos ótimos tricôs de renda com bolas vazadas, que algumas vezes dão a impressão de gastos pelo tempo poéticos e frescos. Continuando seu trabalho de deslocar peças, Danielle também cria versões de camisa-vestido, camisa-macacão e vestido-bermuda é uma aula de descosturar, recosturar, dar uma forma nova. Marrom, marinho, cinza e bege ora se alternam, ora aparecem em listras, deixando tudo com um ar sóbrio e chic. Mesmo quem não se identifica com a marca (que não tem uma sensualidade explícita, abusa de comprimentos médios e não teme roupas amplas, que passam longe do corpo) consegue reconhecer a beleza e a coerência dessa coleção.
Renata Piza | Fotos: Agência Fotosite
-
Pano pra manga
Danielle Jensen, da Maria Bonita, nunca se rende ao mais óbvio ou ao mais fácil. Suas coleções sempre têm pequenas subversões de formas, cartelas cromáticas surpreendentes e silhuetas que, à primeira vista, não favorecem nenhuma mulher. Mas observando com cuidado peça a peça vemos o quão primoroso é o trabalho dela. Desta vez, o ponto de partida é o equilíbrio dos planos e as formas geométricas (círculos, quadrados, retângulos). Eles aparecem em paletós beeeem grandes, que fazem eco à tendência masculina, mas que ainda assim conseguem ser autorais um pedaço de pano sai da pala e vai para a lateral, o botão é deslocado para a barra. São as melhores roupas do desfile, ao lado dos ótimos tricôs de renda com bolas vazadas, que algumas vezes dão a impressão de gastos pelo tempo poéticos e frescos. Continuando seu trabalho de deslocar peças, Danielle também cria versões de camisa-vestido, camisa-macacão e vestido-bermuda é uma aula de descosturar, recosturar, dar uma forma nova. Marrom, marinho, cinza e bege ora se alternam, ora aparecem em listras, deixando tudo com um ar sóbrio e chic. Mesmo quem não se identifica com a marca (que não tem uma sensualidade explícita, abusa de comprimentos médios e não teme roupas amplas, que passam longe do corpo) consegue reconhecer a beleza e a coerência dessa coleção.
Renata Piza | Fotos: Agência Fotosite
-
Pano pra manga
Danielle Jensen, da Maria Bonita, nunca se rende ao mais óbvio ou ao mais fácil. Suas coleções sempre têm pequenas subversões de formas, cartelas cromáticas surpreendentes e silhuetas que, à primeira vista, não favorecem nenhuma mulher. Mas observando com cuidado peça a peça vemos o quão primoroso é o trabalho dela. Desta vez, o ponto de partida é o equilíbrio dos planos e as formas geométricas (círculos, quadrados, retângulos). Eles aparecem em paletós beeeem grandes, que fazem eco à tendência masculina, mas que ainda assim conseguem ser autorais um pedaço de pano sai da pala e vai para a lateral, o botão é deslocado para a barra. São as melhores roupas do desfile, ao lado dos ótimos tricôs de renda com bolas vazadas, que algumas vezes dão a impressão de gastos pelo tempo poéticos e frescos. Continuando seu trabalho de deslocar peças, Danielle também cria versões de camisa-vestido, camisa-macacão e vestido-bermuda é uma aula de descosturar, recosturar, dar uma forma nova. Marrom, marinho, cinza e bege ora se alternam, ora aparecem em listras, deixando tudo com um ar sóbrio e chic. Mesmo quem não se identifica com a marca (que não tem uma sensualidade explícita, abusa de comprimentos médios e não teme roupas amplas, que passam longe do corpo) consegue reconhecer a beleza e a coerência dessa coleção.
Renata Piza | Fotos: Agência Fotosite
-
Pano pra manga
Danielle Jensen, da Maria Bonita, nunca se rende ao mais óbvio ou ao mais fácil. Suas coleções sempre têm pequenas subversões de formas, cartelas cromáticas surpreendentes e silhuetas que, à primeira vista, não favorecem nenhuma mulher. Mas observando com cuidado peça a peça vemos o quão primoroso é o trabalho dela. Desta vez, o ponto de partida é o equilíbrio dos planos e as formas geométricas (círculos, quadrados, retângulos). Eles aparecem em paletós beeeem grandes, que fazem eco à tendência masculina, mas que ainda assim conseguem ser autorais um pedaço de pano sai da pala e vai para a lateral, o botão é deslocado para a barra. São as melhores roupas do desfile, ao lado dos ótimos tricôs de renda com bolas vazadas, que algumas vezes dão a impressão de gastos pelo tempo poéticos e frescos. Continuando seu trabalho de deslocar peças, Danielle também cria versões de camisa-vestido, camisa-macacão e vestido-bermuda é uma aula de descosturar, recosturar, dar uma forma nova. Marrom, marinho, cinza e bege ora se alternam, ora aparecem em listras, deixando tudo com um ar sóbrio e chic. Mesmo quem não se identifica com a marca (que não tem uma sensualidade explícita, abusa de comprimentos médios e não teme roupas amplas, que passam longe do corpo) consegue reconhecer a beleza e a coerência dessa coleção.
Renata Piza | Fotos: Agência Fotosite
-
Pano pra manga
Danielle Jensen, da Maria Bonita, nunca se rende ao mais óbvio ou ao mais fácil. Suas coleções sempre têm pequenas subversões de formas, cartelas cromáticas surpreendentes e silhuetas que, à primeira vista, não favorecem nenhuma mulher. Mas observando com cuidado peça a peça vemos o quão primoroso é o trabalho dela. Desta vez, o ponto de partida é o equilíbrio dos planos e as formas geométricas (círculos, quadrados, retângulos). Eles aparecem em paletós beeeem grandes, que fazem eco à tendência masculina, mas que ainda assim conseguem ser autorais um pedaço de pano sai da pala e vai para a lateral, o botão é deslocado para a barra. São as melhores roupas do desfile, ao lado dos ótimos tricôs de renda com bolas vazadas, que algumas vezes dão a impressão de gastos pelo tempo poéticos e frescos. Continuando seu trabalho de deslocar peças, Danielle também cria versões de camisa-vestido, camisa-macacão e vestido-bermuda é uma aula de descosturar, recosturar, dar uma forma nova. Marrom, marinho, cinza e bege ora se alternam, ora aparecem em listras, deixando tudo com um ar sóbrio e chic. Mesmo quem não se identifica com a marca (que não tem uma sensualidade explícita, abusa de comprimentos médios e não teme roupas amplas, que passam longe do corpo) consegue reconhecer a beleza e a coerência dessa coleção.
Renata Piza | Fotos: Agência Fotosite
-
Pano pra manga
Danielle Jensen, da Maria Bonita, nunca se rende ao mais óbvio ou ao mais fácil. Suas coleções sempre têm pequenas subversões de formas, cartelas cromáticas surpreendentes e silhuetas que, à primeira vista, não favorecem nenhuma mulher. Mas observando com cuidado peça a peça vemos o quão primoroso é o trabalho dela. Desta vez, o ponto de partida é o equilíbrio dos planos e as formas geométricas (círculos, quadrados, retângulos). Eles aparecem em paletós beeeem grandes, que fazem eco à tendência masculina, mas que ainda assim conseguem ser autorais um pedaço de pano sai da pala e vai para a lateral, o botão é deslocado para a barra. São as melhores roupas do desfile, ao lado dos ótimos tricôs de renda com bolas vazadas, que algumas vezes dão a impressão de gastos pelo tempo poéticos e frescos. Continuando seu trabalho de deslocar peças, Danielle também cria versões de camisa-vestido, camisa-macacão e vestido-bermuda é uma aula de descosturar, recosturar, dar uma forma nova. Marrom, marinho, cinza e bege ora se alternam, ora aparecem em listras, deixando tudo com um ar sóbrio e chic. Mesmo quem não se identifica com a marca (que não tem uma sensualidade explícita, abusa de comprimentos médios e não teme roupas amplas, que passam longe do corpo) consegue reconhecer a beleza e a coerência dessa coleção.
Renata Piza | Fotos: Agência Fotosite
Fotos
Publicado em 18/02/2012





GirlieResort 2014 de Zac Posen vem feminino e romântico
Casa de Criadores - dia 03
InauguraçãoPrimeira loja da Michael Kors no Brasil abre suas portas
CFDAAlexandre Birman vira membro do Council of Fashion Designers of America
Beauty CollectionsCores intensas nos lábios e nos olhos subvertem o make-up de inverno
A rose is a rose
Malhação high tech: nova unidade da Bodytech é puro luxo e tecnologia
HERE COMES THE SUN
Menu indígena no Brasil a Gosto
Frescor fashion: animal print, peças utilitárias e acessórios grifados
Novos sapatos da Miu Miu chegam ao Brasil em julho

Maria Bonita
Maria Bonita
Maria Bonita
Maria Bonita
Maria Bonita
Maria Bonita
Maria Bonita
Maria Bonita
Maria Bonita























ELLE Brasil no Twitter
Follow@ellebrasil
ELLE Brasil no Tumblr
SIGA no Tumblrellebrasil.tumblr.com/
ELLE Brasil no Pinterest
pinterest.com/ellebrasil/
ELLE Brasil no Youtube
SIGA no YouTubeyoutube.com/ellebrasil
ELLE Brasil no Instagram
SIGA no Instagram@ellebrasil
ELLE Brasil no Vine
ELLE Brasil