São Paulo Fashion Week
Verão 2011
Alexandre Herchcovitch
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Balé de cores
Moda é arte? Essa é uma velha discussão e nem vem ao caso. O que importa de fato é que, algumas vezes, os estilistas chegam bem pertinho e criam peças funcionais que carregam de sobra o dom de fazer sonhar. Alexandre Herchcovitch, um dos maiores nomes da moda brasileira, fez isso no verão 2011. Brincando de artista plástico, criou uma coleção primorosa, tanto em cor quanto em modelagem. O começo do desfile é todo monocromático e superforte. O laranja foi o tom eleito para abrir e tinge vestido, escarpim com plataforma embutida e pulseira, um dos raríssimos acessórios. Na sequencia, splash! Pink, azul turquesa, verde menta. Uma explosão que chega até ao coque bailarina das modelos. Isso tudo sem deixar as formas em segundo plano: recortes, pregueados, armações, volumes localizados. É tanta informação que fica difícil acompanhar. Exige tempo, como nas obras de arte. De repente, as cores se unem e aparecem como jatos de tinta Pollock, Mark Rothko, Barnett Newman, expressionismo americano em tecidos. Ombrés também surgem e, no meio de tanta vibração, pretos chiquérrimos e cinzas/nudes com o suave metalizado típico do cetim de seda. São apenas 27 looks. Mas a impressão que fica é a de um conjunto completo de um grande artista.
Veja mais: cobertura completapor: Renata Piza | fotos: Agência Fotosite
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Balé de cores
Moda é arte? Essa é uma velha discussão e nem vem ao caso. O que importa de fato é que, algumas vezes, os estilistas chegam bem pertinho e criam peças funcionais que carregam de sobra o dom de fazer sonhar. Alexandre Herchcovitch, um dos maiores nomes da moda brasileira, fez isso no verão 2011. Brincando de artista plástico, criou uma coleção primorosa, tanto em cor quanto em modelagem. O começo do desfile é todo monocromático e superforte. O laranja foi o tom eleito para abrir e tinge vestido, escarpim com plataforma embutida e pulseira, um dos raríssimos acessórios. Na sequencia, splash! Pink, azul turquesa, verde menta. Uma explosão que chega até ao coque bailarina das modelos. Isso tudo sem deixar as formas em segundo plano: recortes, pregueados, armações, volumes localizados. É tanta informação que fica difícil acompanhar. Exige tempo, como nas obras de arte. De repente, as cores se unem e aparecem como jatos de tinta Pollock, Mark Rothko, Barnett Newman, expressionismo americano em tecidos. Ombrés também surgem e, no meio de tanta vibração, pretos chiquérrimos e cinzas/nudes com o suave metalizado típico do cetim de seda. São apenas 27 looks. Mas a impressão que fica é a de um conjunto completo de um grande artista.
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Balé de cores
Moda é arte? Essa é uma velha discussão e nem vem ao caso. O que importa de fato é que, algumas vezes, os estilistas chegam bem pertinho e criam peças funcionais que carregam de sobra o dom de fazer sonhar. Alexandre Herchcovitch, um dos maiores nomes da moda brasileira, fez isso no verão 2011. Brincando de artista plástico, criou uma coleção primorosa, tanto em cor quanto em modelagem. O começo do desfile é todo monocromático e superforte. O laranja foi o tom eleito para abrir e tinge vestido, escarpim com plataforma embutida e pulseira, um dos raríssimos acessórios. Na sequencia, splash! Pink, azul turquesa, verde menta. Uma explosão que chega até ao coque bailarina das modelos. Isso tudo sem deixar as formas em segundo plano: recortes, pregueados, armações, volumes localizados. É tanta informação que fica difícil acompanhar. Exige tempo, como nas obras de arte. De repente, as cores se unem e aparecem como jatos de tinta Pollock, Mark Rothko, Barnett Newman, expressionismo americano em tecidos. Ombrés também surgem e, no meio de tanta vibração, pretos chiquérrimos e cinzas/nudes com o suave metalizado típico do cetim de seda. São apenas 27 looks. Mas a impressão que fica é a de um conjunto completo de um grande artista.
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Balé de cores
Moda é arte? Essa é uma velha discussão e nem vem ao caso. O que importa de fato é que, algumas vezes, os estilistas chegam bem pertinho e criam peças funcionais que carregam de sobra o dom de fazer sonhar. Alexandre Herchcovitch, um dos maiores nomes da moda brasileira, fez isso no verão 2011. Brincando de artista plástico, criou uma coleção primorosa, tanto em cor quanto em modelagem. O começo do desfile é todo monocromático e superforte. O laranja foi o tom eleito para abrir e tinge vestido, escarpim com plataforma embutida e pulseira, um dos raríssimos acessórios. Na sequencia, splash! Pink, azul turquesa, verde menta. Uma explosão que chega até ao coque bailarina das modelos. Isso tudo sem deixar as formas em segundo plano: recortes, pregueados, armações, volumes localizados. É tanta informação que fica difícil acompanhar. Exige tempo, como nas obras de arte. De repente, as cores se unem e aparecem como jatos de tinta Pollock, Mark Rothko, Barnett Newman, expressionismo americano em tecidos. Ombrés também surgem e, no meio de tanta vibração, pretos chiquérrimos e cinzas/nudes com o suave metalizado típico do cetim de seda. São apenas 27 looks. Mas a impressão que fica é a de um conjunto completo de um grande artista.
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Moda é arte? Essa é uma velha discussão e nem vem ao caso. O que importa de fato é que, algumas vezes, os estilistas chegam bem pertinho e criam peças funcionais que carregam de sobra o dom de fazer sonhar. Alexandre Herchcovitch, um dos maiores nomes da moda brasileira, fez isso no verão 2011. Brincando de artista plástico, criou uma coleção primorosa, tanto em cor quanto em modelagem. O começo do desfile é todo monocromático e superforte. O laranja foi o tom eleito para abrir e tinge vestido, escarpim com plataforma embutida e pulseira, um dos raríssimos acessórios. Na sequencia, splash! Pink, azul turquesa, verde menta. Uma explosão que chega até ao coque bailarina das modelos. Isso tudo sem deixar as formas em segundo plano: recortes, pregueados, armações, volumes localizados. É tanta informação que fica difícil acompanhar. Exige tempo, como nas obras de arte. De repente, as cores se unem e aparecem como jatos de tinta Pollock, Mark Rothko, Barnett Newman, expressionismo americano em tecidos. Ombrés também surgem e, no meio de tanta vibração, pretos chiquérrimos e cinzas/nudes com o suave metalizado típico do cetim de seda. São apenas 27 looks. Mas a impressão que fica é a de um conjunto completo de um grande artista.
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Moda é arte? Essa é uma velha discussão e nem vem ao caso. O que importa de fato é que, algumas vezes, os estilistas chegam bem pertinho e criam peças funcionais que carregam de sobra o dom de fazer sonhar. Alexandre Herchcovitch, um dos maiores nomes da moda brasileira, fez isso no verão 2011. Brincando de artista plástico, criou uma coleção primorosa, tanto em cor quanto em modelagem. O começo do desfile é todo monocromático e superforte. O laranja foi o tom eleito para abrir e tinge vestido, escarpim com plataforma embutida e pulseira, um dos raríssimos acessórios. Na sequencia, splash! Pink, azul turquesa, verde menta. Uma explosão que chega até ao coque bailarina das modelos. Isso tudo sem deixar as formas em segundo plano: recortes, pregueados, armações, volumes localizados. É tanta informação que fica difícil acompanhar. Exige tempo, como nas obras de arte. De repente, as cores se unem e aparecem como jatos de tinta Pollock, Mark Rothko, Barnett Newman, expressionismo americano em tecidos. Ombrés também surgem e, no meio de tanta vibração, pretos chiquérrimos e cinzas/nudes com o suave metalizado típico do cetim de seda. São apenas 27 looks. Mas a impressão que fica é a de um conjunto completo de um grande artista.
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Moda é arte? Essa é uma velha discussão e nem vem ao caso. O que importa de fato é que, algumas vezes, os estilistas chegam bem pertinho e criam peças funcionais que carregam de sobra o dom de fazer sonhar. Alexandre Herchcovitch, um dos maiores nomes da moda brasileira, fez isso no verão 2011. Brincando de artista plástico, criou uma coleção primorosa, tanto em cor quanto em modelagem. O começo do desfile é todo monocromático e superforte. O laranja foi o tom eleito para abrir e tinge vestido, escarpim com plataforma embutida e pulseira, um dos raríssimos acessórios. Na sequencia, splash! Pink, azul turquesa, verde menta. Uma explosão que chega até ao coque bailarina das modelos. Isso tudo sem deixar as formas em segundo plano: recortes, pregueados, armações, volumes localizados. É tanta informação que fica difícil acompanhar. Exige tempo, como nas obras de arte. De repente, as cores se unem e aparecem como jatos de tinta Pollock, Mark Rothko, Barnett Newman, expressionismo americano em tecidos. Ombrés também surgem e, no meio de tanta vibração, pretos chiquérrimos e cinzas/nudes com o suave metalizado típico do cetim de seda. São apenas 27 looks. Mas a impressão que fica é a de um conjunto completo de um grande artista.
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Moda é arte? Essa é uma velha discussão e nem vem ao caso. O que importa de fato é que, algumas vezes, os estilistas chegam bem pertinho e criam peças funcionais que carregam de sobra o dom de fazer sonhar. Alexandre Herchcovitch, um dos maiores nomes da moda brasileira, fez isso no verão 2011. Brincando de artista plástico, criou uma coleção primorosa, tanto em cor quanto em modelagem. O começo do desfile é todo monocromático e superforte. O laranja foi o tom eleito para abrir e tinge vestido, escarpim com plataforma embutida e pulseira, um dos raríssimos acessórios. Na sequencia, splash! Pink, azul turquesa, verde menta. Uma explosão que chega até ao coque bailarina das modelos. Isso tudo sem deixar as formas em segundo plano: recortes, pregueados, armações, volumes localizados. É tanta informação que fica difícil acompanhar. Exige tempo, como nas obras de arte. De repente, as cores se unem e aparecem como jatos de tinta Pollock, Mark Rothko, Barnett Newman, expressionismo americano em tecidos. Ombrés também surgem e, no meio de tanta vibração, pretos chiquérrimos e cinzas/nudes com o suave metalizado típico do cetim de seda. São apenas 27 looks. Mas a impressão que fica é a de um conjunto completo de um grande artista.
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Publicado em 20/02/2012
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