São Paulo Fashion Week
Verão 2012
Ronaldo Fraga
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Carnaval fashion
Ronaldo Fraga botou o povo da moda para sambar. Literalmente. Um ator interpretou canções de Noel Rosa que, ao fundo, parte da Velha Guarda da Vila Isabel tocava ao vivo. Tudo isso serviu como pano de fundo para uma coleção quase 100% preto e branco, com exceção de algumas poucas peças em cinza. Inspirado pela alegria melancólica de um baile de carnaval da década de 1930, Ronaldo Fraga reinterpretou pierrôs, marinheiros e colombinas, apostando nas listras e poás (seria uma alusão ao formato dos confetes e serpentinas?). Vestidos, calças e saias aparecem em shapes fáceis, junto com camisas de corte clássico e blusas com gola marinheiro que, aliás, deram um charme extra à coleção, assim como os bordados em paetês de diversos tipos e formatos.Tecidos transparentes dominaram a passarela, intercalados por materiais como seda, shantung, linho e tule. Num desfile impecável e emocionante, o grand finale não poderia ser diferente: sob chuva de confetes,o estilista - e as modelos - comprovaram que, quem não gosta de samba, bom sujeito não é.
Por: Maria Clara Póvia
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Carnaval fashion
Ronaldo Fraga botou o povo da moda para sambar. Literalmente. Um ator interpretou canções de Noel Rosa que, ao fundo, parte da Velha Guarda da Vila Isabel tocava ao vivo. Tudo isso serviu como pano de fundo para uma coleção quase 100% preto e branco, com exceção de algumas poucas peças em cinza. Inspirado pela alegria melancólica de um baile de carnaval da década de 1930, Ronaldo Fraga reinterpretou pierrôs, marinheiros e colombinas, apostando nas listras e poás (seria uma alusão ao formato dos confetes e serpentinas?). Vestidos, calças e saias aparecem em shapes fáceis, junto com camisas de corte clássico e blusas com gola marinheiro que, aliás, deram um charme extra à coleção, assim como os bordados em paetês de diversos tipos e formatos.Tecidos transparentes dominaram a passarela, intercalados por materiais como seda, shantung, linho e tule. Num desfile impecável e emocionante, o grand finale não poderia ser diferente: sob chuva de confetes,o estilista - e as modelos - comprovaram que, quem não gosta de samba, bom sujeito não é.
Por: Maria Clara Póvia
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Ronaldo Fraga botou o povo da moda para sambar. Literalmente. Um ator interpretou canções de Noel Rosa que, ao fundo, parte da Velha Guarda da Vila Isabel tocava ao vivo. Tudo isso serviu como pano de fundo para uma coleção quase 100% preto e branco, com exceção de algumas poucas peças em cinza. Inspirado pela alegria melancólica de um baile de carnaval da década de 1930, Ronaldo Fraga reinterpretou pierrôs, marinheiros e colombinas, apostando nas listras e poás (seria uma alusão ao formato dos confetes e serpentinas?). Vestidos, calças e saias aparecem em shapes fáceis, junto com camisas de corte clássico e blusas com gola marinheiro que, aliás, deram um charme extra à coleção, assim como os bordados em paetês de diversos tipos e formatos.Tecidos transparentes dominaram a passarela, intercalados por materiais como seda, shantung, linho e tule. Num desfile impecável e emocionante, o grand finale não poderia ser diferente: sob chuva de confetes,o estilista - e as modelos - comprovaram que, quem não gosta de samba, bom sujeito não é.
Por: Maria Clara Póvia
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Ronaldo Fraga botou o povo da moda para sambar. Literalmente. Um ator interpretou canções de Noel Rosa que, ao fundo, parte da Velha Guarda da Vila Isabel tocava ao vivo. Tudo isso serviu como pano de fundo para uma coleção quase 100% preto e branco, com exceção de algumas poucas peças em cinza. Inspirado pela alegria melancólica de um baile de carnaval da década de 1930, Ronaldo Fraga reinterpretou pierrôs, marinheiros e colombinas, apostando nas listras e poás (seria uma alusão ao formato dos confetes e serpentinas?). Vestidos, calças e saias aparecem em shapes fáceis, junto com camisas de corte clássico e blusas com gola marinheiro que, aliás, deram um charme extra à coleção, assim como os bordados em paetês de diversos tipos e formatos.Tecidos transparentes dominaram a passarela, intercalados por materiais como seda, shantung, linho e tule. Num desfile impecável e emocionante, o grand finale não poderia ser diferente: sob chuva de confetes,o estilista - e as modelos - comprovaram que, quem não gosta de samba, bom sujeito não é.
Por: Maria Clara Póvia
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Ronaldo Fraga botou o povo da moda para sambar. Literalmente. Um ator interpretou canções de Noel Rosa que, ao fundo, parte da Velha Guarda da Vila Isabel tocava ao vivo. Tudo isso serviu como pano de fundo para uma coleção quase 100% preto e branco, com exceção de algumas poucas peças em cinza. Inspirado pela alegria melancólica de um baile de carnaval da década de 1930, Ronaldo Fraga reinterpretou pierrôs, marinheiros e colombinas, apostando nas listras e poás (seria uma alusão ao formato dos confetes e serpentinas?). Vestidos, calças e saias aparecem em shapes fáceis, junto com camisas de corte clássico e blusas com gola marinheiro que, aliás, deram um charme extra à coleção, assim como os bordados em paetês de diversos tipos e formatos.Tecidos transparentes dominaram a passarela, intercalados por materiais como seda, shantung, linho e tule. Num desfile impecável e emocionante, o grand finale não poderia ser diferente: sob chuva de confetes,o estilista - e as modelos - comprovaram que, quem não gosta de samba, bom sujeito não é.
Por: Maria Clara Póvia
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Ronaldo Fraga botou o povo da moda para sambar. Literalmente. Um ator interpretou canções de Noel Rosa que, ao fundo, parte da Velha Guarda da Vila Isabel tocava ao vivo. Tudo isso serviu como pano de fundo para uma coleção quase 100% preto e branco, com exceção de algumas poucas peças em cinza. Inspirado pela alegria melancólica de um baile de carnaval da década de 1930, Ronaldo Fraga reinterpretou pierrôs, marinheiros e colombinas, apostando nas listras e poás (seria uma alusão ao formato dos confetes e serpentinas?). Vestidos, calças e saias aparecem em shapes fáceis, junto com camisas de corte clássico e blusas com gola marinheiro que, aliás, deram um charme extra à coleção, assim como os bordados em paetês de diversos tipos e formatos.Tecidos transparentes dominaram a passarela, intercalados por materiais como seda, shantung, linho e tule. Num desfile impecável e emocionante, o grand finale não poderia ser diferente: sob chuva de confetes,o estilista - e as modelos - comprovaram que, quem não gosta de samba, bom sujeito não é.
Por: Maria Clara Póvia
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Ronaldo Fraga botou o povo da moda para sambar. Literalmente. Um ator interpretou canções de Noel Rosa que, ao fundo, parte da Velha Guarda da Vila Isabel tocava ao vivo. Tudo isso serviu como pano de fundo para uma coleção quase 100% preto e branco, com exceção de algumas poucas peças em cinza. Inspirado pela alegria melancólica de um baile de carnaval da década de 1930, Ronaldo Fraga reinterpretou pierrôs, marinheiros e colombinas, apostando nas listras e poás (seria uma alusão ao formato dos confetes e serpentinas?). Vestidos, calças e saias aparecem em shapes fáceis, junto com camisas de corte clássico e blusas com gola marinheiro que, aliás, deram um charme extra à coleção, assim como os bordados em paetês de diversos tipos e formatos.Tecidos transparentes dominaram a passarela, intercalados por materiais como seda, shantung, linho e tule. Num desfile impecável e emocionante, o grand finale não poderia ser diferente: sob chuva de confetes,o estilista - e as modelos - comprovaram que, quem não gosta de samba, bom sujeito não é.
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Por: Maria Clara Póvia
Fotos
Publicado em 02/03/2012
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