São Paulo Fashion Week
Verão 2013
Vitorino Campos
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Com o intuito de transportar quem assistia a seu desfile ao deserto do México, Vitorino Campos apostou em tons terrosos, que evoluíram gradativamente para visuais completamente metalizados. "Quis questionar o uso exagerado dos aparelhos eletrônicos, do celular, por isso escolhi como tema um local onde nada disso funciona - nem mesmo a bússola – já que se trata da Zona do Silêncio", explicou ele. Na passarela, silhuetas enxutas, muitas saias lápis combinadas com casacos 7/8 e camisas de mangas arredondadas. Mesmo com bustiês e looks compostos inteiramente por peças prata, o ar ladylike característico das coleções do estilista continuava lá. "Na estação passada as saias eram volumosas, nesta, elas vêm mais retas, mas os tops ganharam um volume contido", disse. Na segunda parte da apresentação, o rosa, o dourado e o azul surgiram em listras horizontais e verticais criando uma imagem ainda mais feminina, perfeita para a consumidora da marca. Os acessórios também vieram metalizados, com bolsas quadradas e delicadas sandálias teladas, que prendiam nos tornozelos.
POR CAMILA GAIO
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Com o intuito de transportar quem assistia a seu desfile ao deserto do México, Vitorino Campos apostou em tons terrosos, que evoluíram gradativamente para visuais completamente metalizados. "Quis questionar o uso exagerado dos aparelhos eletrônicos, do celular, por isso escolhi como tema um local onde nada disso funciona - nem mesmo a bússola – já que se trata da Zona do Silêncio", explicou ele. Na passarela, silhuetas enxutas, muitas saias lápis combinadas com casacos 7/8 e camisas de mangas arredondadas. Mesmo com bustiês e looks compostos inteiramente por peças prata, o ar ladylike característico das coleções do estilista continuava lá. "Na estação passada as saias eram volumosas, nesta, elas vêm mais retas, mas os tops ganharam um volume contido", disse. Na segunda parte da apresentação, o rosa, o dourado e o azul surgiram em listras horizontais e verticais criando uma imagem ainda mais feminina, perfeita para a consumidora da marca. Os acessórios também vieram metalizados, com bolsas quadradas e delicadas sandálias teladas, que prendiam nos tornozelos.
POR CAMILA GAIO
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Com o intuito de transportar quem assistia a seu desfile ao deserto do México, Vitorino Campos apostou em tons terrosos, que evoluíram gradativamente para visuais completamente metalizados. "Quis questionar o uso exagerado dos aparelhos eletrônicos, do celular, por isso escolhi como tema um local onde nada disso funciona - nem mesmo a bússola – já que se trata da Zona do Silêncio", explicou ele. Na passarela, silhuetas enxutas, muitas saias lápis combinadas com casacos 7/8 e camisas de mangas arredondadas. Mesmo com bustiês e looks compostos inteiramente por peças prata, o ar ladylike característico das coleções do estilista continuava lá. "Na estação passada as saias eram volumosas, nesta, elas vêm mais retas, mas os tops ganharam um volume contido", disse. Na segunda parte da apresentação, o rosa, o dourado e o azul surgiram em listras horizontais e verticais criando uma imagem ainda mais feminina, perfeita para a consumidora da marca. Os acessórios também vieram metalizados, com bolsas quadradas e delicadas sandálias teladas, que prendiam nos tornozelos.
POR CAMILA GAIO
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Com o intuito de transportar quem assistia a seu desfile ao deserto do México, Vitorino Campos apostou em tons terrosos, que evoluíram gradativamente para visuais completamente metalizados. "Quis questionar o uso exagerado dos aparelhos eletrônicos, do celular, por isso escolhi como tema um local onde nada disso funciona - nem mesmo a bússola – já que se trata da Zona do Silêncio", explicou ele. Na passarela, silhuetas enxutas, muitas saias lápis combinadas com casacos 7/8 e camisas de mangas arredondadas. Mesmo com bustiês e looks compostos inteiramente por peças prata, o ar ladylike característico das coleções do estilista continuava lá. "Na estação passada as saias eram volumosas, nesta, elas vêm mais retas, mas os tops ganharam um volume contido", disse. Na segunda parte da apresentação, o rosa, o dourado e o azul surgiram em listras horizontais e verticais criando uma imagem ainda mais feminina, perfeita para a consumidora da marca. Os acessórios também vieram metalizados, com bolsas quadradas e delicadas sandálias teladas, que prendiam nos tornozelos.
POR CAMILA GAIO
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Com o intuito de transportar quem assistia a seu desfile ao deserto do México, Vitorino Campos apostou em tons terrosos, que evoluíram gradativamente para visuais completamente metalizados. "Quis questionar o uso exagerado dos aparelhos eletrônicos, do celular, por isso escolhi como tema um local onde nada disso funciona - nem mesmo a bússola – já que se trata da Zona do Silêncio", explicou ele. Na passarela, silhuetas enxutas, muitas saias lápis combinadas com casacos 7/8 e camisas de mangas arredondadas. Mesmo com bustiês e looks compostos inteiramente por peças prata, o ar ladylike característico das coleções do estilista continuava lá. "Na estação passada as saias eram volumosas, nesta, elas vêm mais retas, mas os tops ganharam um volume contido", disse. Na segunda parte da apresentação, o rosa, o dourado e o azul surgiram em listras horizontais e verticais criando uma imagem ainda mais feminina, perfeita para a consumidora da marca. Os acessórios também vieram metalizados, com bolsas quadradas e delicadas sandálias teladas, que prendiam nos tornozelos.
POR CAMILA GAIO
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Com o intuito de transportar quem assistia a seu desfile ao deserto do México, Vitorino Campos apostou em tons terrosos, que evoluíram gradativamente para visuais completamente metalizados. "Quis questionar o uso exagerado dos aparelhos eletrônicos, do celular, por isso escolhi como tema um local onde nada disso funciona - nem mesmo a bússola – já que se trata da Zona do Silêncio", explicou ele. Na passarela, silhuetas enxutas, muitas saias lápis combinadas com casacos 7/8 e camisas de mangas arredondadas. Mesmo com bustiês e looks compostos inteiramente por peças prata, o ar ladylike característico das coleções do estilista continuava lá. "Na estação passada as saias eram volumosas, nesta, elas vêm mais retas, mas os tops ganharam um volume contido", disse. Na segunda parte da apresentação, o rosa, o dourado e o azul surgiram em listras horizontais e verticais criando uma imagem ainda mais feminina, perfeita para a consumidora da marca. Os acessórios também vieram metalizados, com bolsas quadradas e delicadas sandálias teladas, que prendiam nos tornozelos.
POR CAMILA GAIO
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Com o intuito de transportar quem assistia a seu desfile ao deserto do México, Vitorino Campos apostou em tons terrosos, que evoluíram gradativamente para visuais completamente metalizados. "Quis questionar o uso exagerado dos aparelhos eletrônicos, do celular, por isso escolhi como tema um local onde nada disso funciona - nem mesmo a bússola – já que se trata da Zona do Silêncio", explicou ele. Na passarela, silhuetas enxutas, muitas saias lápis combinadas com casacos 7/8 e camisas de mangas arredondadas. Mesmo com bustiês e looks compostos inteiramente por peças prata, o ar ladylike característico das coleções do estilista continuava lá. "Na estação passada as saias eram volumosas, nesta, elas vêm mais retas, mas os tops ganharam um volume contido", disse. Na segunda parte da apresentação, o rosa, o dourado e o azul surgiram em listras horizontais e verticais criando uma imagem ainda mais feminina, perfeita para a consumidora da marca. Os acessórios também vieram metalizados, com bolsas quadradas e delicadas sandálias teladas, que prendiam nos tornozelos.
POR CAMILA GAIO
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Com o intuito de transportar quem assistia a seu desfile ao deserto do México, Vitorino Campos apostou em tons terrosos, que evoluíram gradativamente para visuais completamente metalizados. "Quis questionar o uso exagerado dos aparelhos eletrônicos, do celular, por isso escolhi como tema um local onde nada disso funciona - nem mesmo a bússola – já que se trata da Zona do Silêncio", explicou ele. Na passarela, silhuetas enxutas, muitas saias lápis combinadas com casacos 7/8 e camisas de mangas arredondadas. Mesmo com bustiês e looks compostos inteiramente por peças prata, o ar ladylike característico das coleções do estilista continuava lá. "Na estação passada as saias eram volumosas, nesta, elas vêm mais retas, mas os tops ganharam um volume contido", disse. Na segunda parte da apresentação, o rosa, o dourado e o azul surgiram em listras horizontais e verticais criando uma imagem ainda mais feminina, perfeita para a consumidora da marca. Os acessórios também vieram metalizados, com bolsas quadradas e delicadas sandálias teladas, que prendiam nos tornozelos.
POR CAMILA GAIO
Fotos
Publicado em 31/10/2012





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