As cinco bolsas que entraram, definitivamente, para a história da moda
Bolsas de valor

Elas ultrapassaram o conceito de it-bag e se transformaram em verdadeiros ícones da moda. Conheça os modelos que valem cada centavo do seu investimento e têm um retorno de estilo garantido.

Bolsas de valor

Elas ultrapassaram o conceito de it-bag e se transformaram em verdadeiros ícones da moda. Conheça os modelos que valem cada centavo do seu investimento e têm um retorno de estilo garantido.

Bolsas de valor

Por Alice Lobo / Fotos Divulgação E Quentin Bertoux
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Enquanto as fashionistas correm atrás da Coco Cocoon, a 2.55 continua campeã de vendas. A Jackie, da Gucci, de tão famosa, ganhou uma reedição moderninha, mas sua versão original ainda é objeto de desejo. E não importa qual modelo a Hermès lance, Birkins e Kellys são o Santo Graal das bolsas. O que elas têm em comum? Matérias-primas supernobres, fabricação artesanal, preços nas alturas e uma certeza: são eternas.

 


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Jackie, Gucci

Jacqueline Kennedy deixou muitas heranças de estilo. Entre elas, a bolsa Jackie, criada pela Gucci na década de 1950 e uma das favoritas da ex-primeira-dama. Cada modelo é costurado a mão por artesãos italianos, experts em trabalhar com couro para selas de cavalo, e consome até 13 horas para ser produzido — sendo metade do tempo dedicado só à costura. Uma New Jackie, com franjas e espaço para o celular, custa cerca de
5,8 mil reais.

 


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Birkin, Hermès

Criada em 1984, em homenagem a Jane Birkin — que ajudou a desenhar o modelo —, a Birkin virou lenda. Cada peça demora até três dias para ficar pronta, é costurada a mão com uma linha tratada com cera de abelha e leva um código, com o nome do artesão que a produziu, o ano e o ateliê. Os modelos mais caros são vendidos sob encomenda e podem levar até dois anos para chegar à casa da cliente. O preço do luxo? A partir de 24 mil reais.

 


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2.55, Chanel

Em fevereiro de 1955, Coco Chanel lançou mais um ícone para a história: a 2.55. O objetivo era fazer uma bolsa prática e funcional. Criou bolsos internos e até uma divisória para o batom, além de uma alça de corrente para as mulheres usarem o modelo no ombro — uma revolução. A 2.55 passa por 180 etapas, entre a criação e a confecção final. Hoje, além das tradicionais, de couro, a partir de 12 mil reais, existem as versões de jeans, veludo e ráfia.

 


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Lady Dior, Dior

Uma bolsa de princesa. Foi esse o presente que a então primeira-dama francesa Bernadette Chirac queria dar a lady Di. Então, em 1995, ela comprou um modelo lançado pela maison de Christian Dior. Não demorou nada para que Diana fosse clicada com a sua nova bolsa, que, em janeiro do ano seguinte, chegou às lojas batizada de Lady Dior. O clássico modelo de couro com o tradicional desenho de palha trançada custa cerca de 5 mil reais.

 

 

 


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Speedy, Louis Vuitton

Nascida com nome de Express e rebatizada na década de 1960 como Speedy, a bolsa da Louis Vuitton era originalmente uma mala de viagem. Com o passar do tempo, foi ganhando versões menores. Hoje, pode ser encontrada em cinco tamanhos e em todos os couros e monogramas das coleções. A mais vendida é a Speedy 25 (a partir de 1 760 reais), que nasceu de uma encomenda feita pela atriz Audrey Hepburn, em 1965.

 



Publicado em 11/12/2009