Christian Louboutin virou designer por acaso!

O francês contou várias histórias sobre seu passado em uma recente sabatina com Fern Mallis.

Na última quarta-feira (17.5), Christian Louboutin topou ser sabatinado por Fern Mallis – ex-diretora executiva do CFDA (Council of Fashion Designers of America) e responsável pelas “Fashion Talks” do 92Y, em Nova York. Quem quisesse ouvir a conversa ao vivo, pagava um ingresso de US$ 50. Aqui, reunimos os melhores momentos do bate-papo para vocês.

Acho que o que chamam de efortless atualmente é tão teatral quanto um look dramático

Christian Louboutin, designer de sapatos.

Durante o evento, muitas memórias da infância de Louboutin vieram à tona. Um dos exemplos é bem curioso: vocês sabiam que, na verdade, ele acabou virando designer por acaso. “Adultos não sabem que é muito chato ter que responder ‘o que vocë quer ser quando crescer?’ toda hora”, disse.

Um dia, menti que queria ser sapateiro.” Foi o suficiente para fazer com que sua família investisse pesado na futura carreira. Deram muitos livros sobre o assunto para o jovem e um deles, em particular, foi crucial para que ele então finalmente se apaixonasse pelo ofício que hoje representa um business gigantesco de proporções globais. Foi depois de conhecer o trabalho de Roger Vivier que a chama se ascendeu. Não à toa, tornou-se até aprendiz do grande mestre.

Christian Louboutin

(Instagram: @louboutinworld/Reprodução)

Ainda sobre infância, ele contou de sua paixão pelos cabarés franceses. Desde os 12 ou 13 anos, o designer já frequentava esses lugares. “Minha família não se importava”, explica. Lá, o pequeno Christian ficava de olho nos pés das dançarinas: “Afinal de contas, não é como se elas usassem muitas outras peças de roupas”, riu. “Esse mundo de fantasia, de montação, era muito mais interessante do que o realismo do cinema da época. Um saco!”

Adultos não sabem que é muito chato ter que responder ‘o que vocë quer ser quando crescer?’ toda hora. (…) Um dia, menti que queria ser sapateiro.”

Christian Louboutin, designer de sapatos.

“Acho que o que chamam de efortless atualmente é tão teatral quanto um look dramático“, argumenta. O intuito é justificar a sua ojeriza pela “beleza natural” que parece estar cada vez mais em voga. “Eu gosto de encenação, eu gosto de fabricar novas realidades. Isso me encanta porque é o que sai da cabeça de alguém. Alguém é responsável por realmente criar um novo universo. Isso é fascinante!”, disparou.

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