Emma Watson virou Cinderela por uma noite em première

Estrela de "A Bela e a Fera", a atriz escolheu um modelo azul de Emilia Wickstead para o lançamento do filme, em Londres.

Emma Watson pode até ser a Bela nos cinemas, mas durante a première de Londres de A Bela e a Fera, em que a atriz tem o papel da protagonista, ela pareceu muito mais com a Cinderela.

O lançamento do filme no Reino Unido aconteceu na noite de quinta-feira (23.02), e a embaixadora da ONU Mulheres escolheu um modelo Emilia Wickstead para a ocasião. Seguindo a política da eterna Hermione Granger de só vestir modelos de procedência ética e sustentáveis para a turnê promocional, o tomara-que-caia azul claro não deixou a desejar.

No perfil no Instagram que criou especificamente com a finalidade de mostrar os looks eco-friendly que vai usar até a estreia do longa (17.3), Emma explicou que o vestido usado naquela noite foi concebido a partir de tecidos de fim de produção. Ou seja: sobras que vieram de um pequeno estúdio londrino especializado em Alta-Costura.

Leia mais: Emma Watson usou um vestido feito a partir de garrafas recicladas

emma watson premiere bela e a fera londres

(John Phillips/Getty Images)

Em geral, esse excedente de material é queimado ou descartado completamente. Isso acontece porque, em pequenas quantidades, estes tecidos não podem ser vendidos. Apesar disso, já existem tecnologias capazes de reaproveitar esses restos. Foi exatamente assim que surgiu o figurino de Emma para o evento.

Como se não bastasse toda a preocupação com o lado ecológico de seu look, a atriz não deixa o feminismo de lado. O longo com uma capa/cauda foi desenvolvido no ateliê de Wickstead em Londres pelas mãos de uma equipe inteira composta por mulheres.

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(Stuart C. Wilson/Getty Images)

Para completar a produção: brincos da Catbird, uma marca de joias que fabrica peças artesanalmente no Brooklyn, em Nova York. Os acessórios são feitos com ouro reciclado ou proveniente do comércio justo e seus diamantes são todos conflict-free – ou seja, não são adquiridos em países que têm conflitos civis por conta das pedras preciosas ou que usam da violência para extração e comercialização dos brilhantes.

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