Exposição do FIT mapeia as capitais que estão se tornando centros de estilo

Foi-se o tempo em que apenas Paris, Milão, Londres e Nova York ditavam as tendências de moda. Blogs, Instagram e outras mídias sociais têm representado um papel importantíssimo e causado um enorme impacto na difusão de novos destinos no circuito fashion. Tanto os novos designers quanto os consumidores conseguem acesso rápido e fácil ao que acontece em todo o planeta, em lugares como São Paulo, Istambul, Johanesburgo, Mumbai, Estocolmo e Berlim. 

Agora, o museu do Fashion Institute of Technology mergulha no tema entre os dias 2 de junho e 14 de novembro com a exposição Global Fashion Capitals, que investiga não só as capitais já estabelecidas, como também traça um mapa de estilo com o que há de mais interessante nos outros cantos do globo. “Os estilistas ganharam acesso ilimitado a várias culturas sem ter de entrar em um avião. O resultado é uma polinização cruzada de estilos do mundo todo”, diz uma das curadoras, Adriele Elia

Para determinar quais lugares poderiam ser considerados novos polos, elas levaram em conta os seguintes critérios: as peças que aparecem nos desfiles são manufaturadas onde foram desenhadas? As criações têm apelo internacional? Esses estilistas receberam cobertura na imprensa mundial? É possível comprar as roupas fora do país, onde foram criadas? Dezenove cidades passaram pelo teste e enviaram a NovaYork o total de mais de 70 peças. “Muitos dos looks são de coleções de 2015”, explicam as organizadoras. 

Os novos centros fashion começam a ser ilustrados com Tóquio e Antuérpia nos anos 1980, destacando designers japoneses, como Yohji Yamamoto, Issey Miyake e Rei Kawakubo, além dos belgas que formaram o chamado Antwerp 6, de estilistas como Ann Demeulemeester e Dries Van Noten. Alexandre Herchcovitch foi o escolhido para personificar a moda brasileira. De exemplo para suas estampas cool, será usado um macacão de 2007 todo bordado de miçangas da tribo africana Ndebelian. Designers de Madri, Lagos, Kiev, Sydney, Cidade do México e Copenhague também farão parte, assim como criações de Paris, Londres e Nova York, claro. 

Quer mais? Leia a matéria na íntegra na ELLE de maio/2015!

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