“Funky Girls”: quem são elas?

Espontâneas e excêntricas, estas garotas mostram que se vestir bem, sem copiar ninguém, é o melhor negócio.

A turma da moda ama encontrar uma nomenclatura para descrever certos estilos e modismos. Quem não conhece os manjados “fashionista” e “influencer”, por exemplo? Pois agora surge um novo termo para acrescentar ao dicionário fashion: “funky”! O que ele significa? Primeiramente, nada a ver com as batidas musicais e tudo a ver com uma personalidade livre, que não se apega à trend do momento e muito menos aos cliques tradicionais de look do dia. Quem ostenta esse título é diferente por natureza. “Pessoas excêntricas que inventam um modo de se vestir que exprimam a personalidade e sejam a prova de que há sempre uma possibilidade inesperada de viver e de se comunicar”, decreta Gloria Kalil. A garota funky não se prende a nada nem a ninguém. Flana entre uma festa e outra, dá as caras quando precisa e viaja muito. Livre de labels e avessa a rótulos, seu estilo nem sempre é compreendido por todos. “São pessoas que esbanjam uma originalidade que beira o exotismo. Elas gostam de se expressar e de contestar”, diz Lilian Pacce. Conheça a seguir algumas mulheres que estão colocando o “f” no funky.

MARIANA CATTA PRETA Tem 29 anos e acabou de se mudar de Londres para São Paulo, onde atualmente trabalha como coordenadora de estilo e flm-maker. Suas labels favoritas são Prada, Simone Rocha, Comme des Garçons, Isolda, Nike, Molly Goddard e Acne. Para relaxar, ela curte ir a clubes de xadrez, fazer arranjos forais, pintura, jogar squash, correr e praticar remo.

Mariana Catta

(@catchblack/Reprodução)

ANA ELISA ARIETTI, 30 anos, é diretora de arte em São Paulo. Tóquio e Marrakesh são suas cidades prediletas e ela prefere quando labels não aparecem na produção. Curte mais a noite do que o dia e atualmente está lendo O Primeiro Homem Mau, de Miranda July. Gente curiosa, sua família “extraordinária”, os amigos gays, os do trabalho “sem carão”, veganos e as “manas” feministas são as pessoas que mais a inspiram. Para relaxar, ela toma um drinque e descobriu pelo Google Translate que funky signifca “descolado”.

Ana Arietti

(Instagram @anaarietti/Reprodução)

ALINE PRADO é produtora em São Paulo e tem 33 anos. Inspira-se na cidade em que estiver pisando e atualmente está apaixonada pela marca Mansur Gavriel, mas também adora a AMP. Aline gosta de livros de papel e acabou de começar a ler a biografa de Vivienne Westwood. Os filhos e as bandas Blondie e Ramones figuram no seu quadro de inspirações e, para relaxar, ela transa e fuma. Não sabe o que é ser funky e prefere o dia, sempre, desde o amanhecer.

aline-prado

(Instagram @alinepradop/Reprodução)

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