Já pensou em ser modelo na agência de Kate Moss?

Kate Moss revela sua estratégia de expandir sua marca e se abrir uma agência de talentos.

Todo mundo que é minimamente apaixonado por moda sabe quem é Kate Moss. A modelo que dominou os anos 1990, continua um estouro até hoje. Segundo a lista da Forbes, Moss angariou uma mini fortuna de US$ 5 milhões entre junho de 2015 e 2016 ficando entre os nomes mais bem pagos do circuito fashion. Apesar de ser uma quantia abaixo do que costumava ganhar em seus tempos áureos (cerca de US$ 13 milhões), tudo se justifica quando se leva em conta que ela é a mais velha da lista com 42 anos. Quando se é Kate Moss, ícone máximo da moda, uma das mulheres mais ricas da Inglaterra, o que vem depois?

Reprodução

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Mais cedo neste ano, Moss deu uma pista do que pretendia ao deixar a Storm Models, sua agência por 27 anos. Em vez de ir para uma empresa rival, a modelo enxergou ali uma possibilidade de se tornar uma mulher de negócios. “É uma coisa de adulto”, diz ao Business of Fashion. “Eu sentia que queria fazer mais coisas do que só modelar. Não importava o quanto eu tentava fazer as coisas com a agência, eu sempre seria a pequena Kate que eles conheciam desde que eu tinha 14 anos”, explica.

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Segundo ela, essa decisão alterou a maneira que ela olha para si. Não apenas uma modelo para ser contratada mas alguém em total controle sobre seu destino. “Não percebi o tanto que ia mudar a maneira que me sentia, porque é como tomar responsabilidade sobre eu mesma ao invés de ser o que as pessoas querem que você seja”.

A Kate Moss Agency, que inaugura neste mês, é sua própria empresa caça-talentos. Ela ainda conta que era algo que sempre quis fazer. “É um sonho! É tão estranho”, diz incrédula. “Eu quero focar em gerenciar a carreira das pessoas ao invés de ser apenas uma agência de modelos. Não quero pessoas bonitas e sim aqueles que querem cantar, dançar e atuar. Quero criar estrelas”.

Já sobre sua marca pessoal, Kate chegou a conclusão que prefere fazer parcerias do que ser o rosto de uma campanha. “Como modelo, eles te agenciam para fazer um trabalho. Você não está associada com a marca, você é apenas o rosto dela. Já na colaboração, você coloca seu nome em um produto e isso é algo grande para mim. É algo que eu preciso acreditar”.

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