Tudo o que você precisa saber sobre o quarto dia de SPFW N43

À La Garçonne, Cotton Project, Maison Alexandrine, Juliana Jabour, Amir Slama e Tig.

À La Garçonne começou a quinta-feira com uma coleção em que o universo de Alexandre Herchcovitch apareceu com mais evidência. Talvez por isso ela seja tão cheia de imagens e referências. Muitos dos personagens e elementos de identidade de uma das maiores carreiras da moda brasileira estavam ali. O fetiche 90, onde tudo começou a ferver. Os esqueletos (sai a cabeça de caveira, entram costelas, bacias e até um dedo afrontoso). O mood dark, a vibe japão pop, a lingerie, o sexo. Leia mais aqui.

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À La Garçonne – SPFW N43 (Ze Takahashi/Agência Fotosite)

A Cotton Project abriu os trabalhos vespertinos na Bienal com um desfile cool e despretensioso. Na vibe relax de Rafael Varandas e Acacio Mendes há bastante seda, algodão e alpaca para arrematar looks urbanos e limpos, sem perder o jeitinho indie pelo qual ficaram conhecidos. Ponto para a trilha sonora by Balaclava Records que montou um mix com sons de seus artistas.

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Cotton Project – SPFW N43 (Ze Takahashi/Agência Fotosite)

Na estreia da Maison Alexandrine, Dinho Batista vai de casting estrelado com nomes como Cinthia Diker, Fernanda Tavares e Michelle Alves para apresentar uma moda festa que vai do mais urbano ao casamento, com os materiais conduzindo a história toda como o trançado criado com fita, por exemplo, usado em quase todos os looks.

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Alexandrine por Batista Dinho – SPFW N43 (Ze Takahashi/Agência Fotosite)

Na sequência, Juliana Jabour nos colocou em ritmo radical chic com uma coleção inspirada pelo motocross. Bem amarrada, mistura muito bem as referências do esporte com seu DNA feminino e romântico. A maior evidência está nas calças biker de couro combinadas com blusas vitorianas de seda transparente ou nas jaquetas bomber e moletons cobertas por delicadas camadas de seda. Tudo pra usar já.

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Juliana Jabour – SPFW N43 (Ze Takahashi/Agência Fotosite)

Em paralelo, Amir Slama aposta nos anos 1980 para um desfile de beachwear repleto de modelos asa delta, recortes malucos e mistura de cores típicas da época dos excessos com texturas brilhantes e metalizadas.

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Amir Slama – SPFW N43 (Ze Takahashi/Agência Fotosite)

Os brilhantes e metalizados também aparecem na Tig, mas de uma maneira bem diferente. Outra estreante do calendário, a grife de Renata Figueiredo se repagina para amadurecer e vai de clima gótico suave em seu debut. Essa mulher escuta versões sexy de hits melancólicos como “Love Will Tear Us Appart” e curte misturar sportswear com festa e noite. Apesar da cartela escura em prevalecem preto e roxo, ela brilha com diferentes texturas metalizadas, paetizadas, bordadas e por aí vai. Se de dia a garota Tig elege uma parka prateada de paetês para compor uma produção, à noite ela pode optar por um longo preto de renda transparente ou pelos casacos felpudos suavemente coloridos.

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Tig – SPFW N43 (Ze Takahashi/Agência Fotosite)

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