Cantora e compositora carioca, Barbara Ohana, é o nome da vez na música brasileira

Talvez você já tenha escutado o sobrenome dela em algum lugar, quem sabe no horário nobre da rede Globo, entre os diversos globais da televisão brasileira. A cantora e compositora carioca Barbara Ohana é sobrinha da atriz Claudia Ohana e está pronta para estrelar seu papel como protagonista na cena musical independente. Dona de um visual trendy, Barbara, de 28 anos, se prepara para lançar o EP Dreamers, composto de sete faixas autorais com influências de dream pop e indie rock. Cita como referências nomes como Lana Del Rey, Fleetwood Mac e David Bowie. “Nunca quis que soasse de tal jeito, mas gosto muito desse movimento atual, uma mistura entre o alternativo e o pop”, conta. Vale ressaltar que a moça não é novata no meio artístico. Além da tia famosa, trabalhou como backing vocal de nomes como Jorge Mautner e Gilberto Gil. Mas seu contato com a música vem de antes, “comecei quando era muito nova, acho que tinha uns 8 anos de idade e entrei no coral de mini cantoras de Petrópolis. Comecei a fazer apresentações e a estudar canto,  sempre tentando aprimorar isso”.

A partir dessa mistura saiu Dreamers, primeiro trabalho da cantora e que tem participações de peso. O músico e produtor Adriano Cintra (ex-CSS) assina a produção de duas faixas, Like a Minute e Lost Cause e, acreditem ou não, o contato deles foi por intermédio do Facebook. “Depois de finalizar algumas faixas em Nova York voltei decidida que ia falar com ele, mandei um inbox perguntando se ele gostaria de trabalhar comigo e ele me mandou um coração!”, explica Barbara. Além dele, Glen Kotche, baterista da famosa banda indie americana Wilco, participa da faixa Desert Island, e o restante das faixas conta com a produção de Apollo 9 e  Gabriel Mielnik.

Entre os próximos passos da cantora agora estão colocar o show na estrada – datas ainda sem confirmação no Rio de Janeiro e em São Paulo – e investir na divulgação (ela tem três clipes engatilhados!). “Para o palco, tenho pensado e pesquisado bastante sobre figurinos. A performance é o que mais importa, mas não sou o tipo de pessoa que coloca um vestidão largão e tá bem com isso,” ri. 

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