Filme sobre Alexander McQueen tem revelações poderosas de sua vida

A película não é aprovada por sua marca.

Já se passaram oito anos desde que Sarah Burton assumiu a direção criativa da marca Alexander McQueen, após seu designer e criador, que já era uma lenda cult da moda, cometer suicídio. E agora a história do aprendiz de alfaiate que estudou na Central Saint Martins e impactou a moda ganha mais contextos míticos com o documentário McQueen, que foi lançado no Tribeca Film Festival neste domingo.

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A película analisa a origem desse status especial do designer, ao mesmo tempo que exibe momentos preciosos de seu trabalho, sua vida pessoal e seu legado, através de entrevistas, imagens e vídeos de arquivo. Seus amigos próximos, colaboradores e familiares falam sobre ele, mas mesmo com a presença de sua irmã Janet e seu sobrinho Gary James, o filme não foi aprovado pela marca.

Su carreira, desde seu ofício de alfaiate até à Givenchy, sua dificuldade em lidar com a adicção, sua batalha contra a depressão e a relação com famosos como Lady Gaga e Sarah Jessica Parker também aparecem no filme, assim como seu impacto na moda atual e em jovens designers, como Charles Jeffrey.

E curiosidades grandes e pequenas também aparecem no documentário, como o fato de que sua mãe o ter encorajado a seguir a carreira na moda, além do detalhe de que McQueen ouvia e cantarolava Sinéad O’Connor durante seus dias como designer para a marca britânica Red or Dead.

Momentos icônicos, como sua mania de costurar mensagens secretas nas roupas antes mesmo de lançar sua marca, também aparecem: quando trabalhava com Romeo Gigli em Milão, o alfaiate pediu para que Alexander, na época seu assistente, refizesse uma jaqueta. Ao desfazer a costura da peça pela terceira vez,  ele encontrou uma mensagem dentro da barra: “vá se f*der, Romeo.” Feito esse que ele repetiria até mesmo em uma jaqueta customizada para o Príncipe Charles.

Ficou com curiosidade? Assista ao teaser do documentário.

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