Jourdan Dunn, Bree Warren e Liu Wen falam sobre diversidade no mundo da moda

Diversidade é, com certeza, a palavra de destaque no mundo da moda atualmente. Em um momento em que se busca cada vez mais representatividade nas passarelas e editoriais de moda, não é de se espantar que as modelos também levantem essa bandeira.

Jourdan Dunn comentou que a situação das modelos negras melhorou nos últimos anos, porém, o caminho ainda é longo para chegar em um ponto de igualdade total.

“Definitivamente tem mais mulheres de cor sendo representadas. Mas eu também sinto que ainda não estamos 100% lá. Eu quero que cheguemos a um lugar onde ver uma garota negra, em qualquer lugar, não é grande coisa. Por que não pode ser a norma ver modelos negras em campanhas, capas e passarelas? Ainda é uma grande coisa quando coisas assim acontecem”, disse para ELLE norte-americana.

E cor de pele não é a único diferencial no mundo da moda, mas as curvas de uma modelo – e das mulheres em geral – também. A modelo Bree Warren comentou que ainda existe um gap grande quando se fala em tamanhos, mas que só abrir mão do termo ‘plus size’ não resolverá o problema.

Reprodução/Instagram Reprodução/Instagram

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“É tão datado julgar uma modelo pelo seu tamanho, mas eu não acho que parar de usar o termo ‘plus size’ vai eliminar o problema. As mulheres precisam se apoiar e parar de comparar e criticar. É isso que mais me interessa. Eu não acho que deva ser uma contra a outra. É tão importante para a próxima geração ver uma variedade de corpos, looks e tamanhos representados na moda… Vamos contratar uma modelo porque nós gostamos dela e só. Quando as marcas tiverem confiança de contratar modelos com corpos diferentes, as mulheres vão começar a acreditar nos seus próprios corpos”.

Liu Wen, a primeira supermodelo chinesa também se manifestou sobre o tema, explicando para a NY Mag que o mais importante é que as pessoas entendam que os rótulos não são benéficos. Para ela, por exemplo, ainda é um incômodo precisar explicar que os asiáticos podem ter traços semelhantes, mas nem por isso eles são iguais.

Getty Images Getty Images

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“Eu espero que quando as pessoas virem mulheres asiáticas, elas percebam que somos diferentes. Muitas vezes, os caucasianos nos colocam em um único grupo de Asiáticas. Nós parecemos asiáticas, mas somos diferentes. Nós não somos iguais”, disse. 

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