A garota por trás da t-shirt lacradora de Frank Ocean

Kayla Robinson tem apenas 18 anos, mas já caiu nas graças das celebs engajadas da vez.

Além de chamar a atenção por seu desempenho no palco do Panorama Festival, realizado em Nova York no final de julho, Frank Ocean gerou o maior buzz na internet por conta da t-shirt usada no show. A peça era estampada com a mensagem: “Por que ser racista, sexista, homofóbico ou transfóbico quando você pode simplesmente ficar quieto?” O item, da Green Box Shop, foi criada pela jovem empreendedora Kayla Robinson, de 18 anos, cujas camisetas engajadas têm conquistado celebridades como a cantora Zendaya.

A garota começou a loja online para juntar dinheiro para um curso de yoga, e não fazia ideia do sucesso que teria. Agora, pretende investir parte da renda em projetos sociais. “Escolho 1 ou 2 camisetas por vez para patrocinar uma organização sem fins lucrativos. Minha equipe e eu também começamos a fazer trabalho voluntário uma vez por mês em nossa comunidade do Condado de Broward, na Flórida”, contou em entrevista à uma revista norte-americana.

Eu quero que as pessoas realmente compreendam que sua voz e suas ações são importantes. Elas têm o poder de causar um impacto e serão ouvidas.

“Para mim, a moda é uma maneira válida de expressar suas opiniões e desejo de mudanças sociais”, declarou à publicação. “Eu quero ser um exemplo para outras marcas, mostrando que o fast-fashion e a exploração dos trabalhadores e do meio ambiente para obter lucro é completamente desnecessária e prejudicial. Como negócio, sou capaz de usar o comércio justo e tecido orgânico para vender as camisetas a um preço acessível e ainda fazer os lucros necessários para sustentar meu negócio e minha família”.

Bissexual e de ascendência afro e latina, Kayla aborda os preconceitos que sente na própria pele em camisetas. Ela também se manifesta em prol de outras minorias, consultando consumidores de outros grupos estigmatizados para respeitar seus locais de fala. Recentemente, passou a incluir crítica política nos prints, manifestando-se contra as medidas conservadoras de Donald Trump. “Eu quero que as pessoas possam se sentir poderosas em minhas camisas. Eu quero que elas realmente compreendam que sua voz e suas ações são importantes. Elas têm o poder de causar um impacto e serão ouvidas”, concluiu.

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