Anti-ostentação: é o fim da era das bolsas cheias de logos!

“Eu vejo uma geração que não está ávida para comprar. Ela está cada vez mais consciente e, inclusive, tem vergonha de falar de altos gastos em produtos superficiais”, diz Daniela Klaiman, diretora de planejamento da agência de pesquisa de tendências BOX1824. Pelo visto, ela está certa.

Não à toa, 81% dos jovens entrevistados para uma pesquisa feita pelo NPD Group nos Estados Unidos disseram que se forem comprar um acessório, preferem que o logo seja sutil. Mesmo marcas como Louis Vuitton e Kenzo – que têm apostado todas as suas fichas na volta de seus monogramas e marcas registradas – são capazes de convencer essa clientela do contrário.

As vendas, por exemplo, não mentem. Um terço das bolsas compradas na terra do Tio Sam, nos últimos 12 meses, não correspondiam à onda da logomania. “Os millenials estão muito mais preocupados em ter coisas que demonstrem a sua individualidade do que em transmitir uma imagem ostensiva”, diz Marshal Cohen, analista-chefe do grupo.

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