Como esses três designers estão influenciando na moda de Berlim

A semana de moda de Berlim revela todo ano, em janeiro e julho, nomes expoentes da moda.

A semana de moda de Berlim, que acabou nessa sexta (01.7), já se tornou uma importante referência quando o assunto é novos designers. Foi dessa semana que conhecemos o StyleNite, famoso mundialmente por seus desfiles artsy e incomuns. Separamos mais três nomes que brilharam na semana de moda e que merecem nossa atenção:

Richert Beil

Jale Richert e Michele Beil formam o casal por trás da marca que alia minimalismo e extravagância. Desde que se conheceram, em 2009, perceberam uma conexão maior do que a amorosa e resolveram trabalhar juntos. Richert relembra quando estudaram na escola de moda Berlin Esmod: “Ssempre achei que as roupas masculinas que a Michele usava e desenhava eram tão lindas e pensava comigo, ‘Porque não fazemos para mulheres também?”.

Apesar dos designers apostarem no genderless em suas composições pessoais, suas coleções mostram sempre um diálogo entre os dois gêneros. As peças destaque da marca são os casacos, jaquetas e suéters feitas com lã ou alguns tecidos tradicionais da Alemanha.

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Nathini van der Meer

Graduada na Universidade de Artes de Berlim, Nathini tem 28 anos e tem como paixão o audiovisual e ele não é só um hobby. Pode-se dizer que a alemã tem duas profissões: designer e videomaker. Seu último trabalho foi um vídeo para o Adidas Tubular. A artista multifacetada consegue unir seus dois amores em um só. The Last Frontier, terceira coleção da moça, ganhou um vídeo para acompanhar o lançamento, feito, obviamente, por ela.

Na moda, ela tem o cashmere como tecido favorito e criou uma coleção que aposta nos extremos – pense em uma imagem que una o o campo e o mundo tecnológico. Ao mesmo tempo em que apresenta um colete de carpinteiro, em outro look podemos ver bordados em tecidos tecnológicos. Nathini se prepara para levar sua coleção a Los Angeles, onde pretende investir em sua carreira cinematográfica.

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Sandra Dresp

Sandra Dresp, que abriu no ano passado a marca de sportswear que leva seu sobrenome, vem mostrando que não veio para brincar. Neste ano, a alemã recebeu o troféu de jovem designer de uma das feiras de moda mais importantes de Berlim, a Premium. O estilo de Sandra pode ser explicado por sua obsessão com o corpo. Para se ter uma ideia, quando estudava moda na universidade de ciências aplicadas na capital alemã, fez um estágio em Londres em uma loja local de espartilhos onde produzia peças fetichistas como espartilhos de látex.

Sandra explica um pouco seus gostos ao WWD: “Eu faço muitos esportes, então se tornou um desejo pessoal criar peças de sportswear multifuncionais. Uma coisa bonita que pode ser usada fora do contexto esportivo e até combinado a trajes de noite”. Suas coleções predominantemente pretas unem materiais que dão formas poderosas a camisas de seda e malha, sempre trabalhando com recortes e camadas para criar peças elegantes e geométricas .

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