Conheça Emma Kathleen Hepburn, a neta de Audrey Hepburn

A artista prefere a vida fora dos holofotes, mas não esquece o legado da avó.

A neta de Audrey Hepburn ignorou as redes sociais durante muito tempo. Só em 2017 — três anos depois de começar o trabalho como modelo —, que decidiu começar uma conta no Instagram, onde hoje posta também seu trabalho artístico. “Parecia totalmente inautêntico postar fotos minhas de biquíni ou selfies, simplesmente porque eu não estou realmente preocupada em deixar minha aparência me definir no geral”, contou Emma ao The Post. “Na verdade, abraçar as mídias sociais tem muito a ver com entender minha identidade”, continuou.

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Emma nasceu na Suíça, em 1994, um ano depois que sua avó Audrey faleceu. Ela cresceu com relativo anonimato entre Los Angeles e a Itália, onde estou artes plásticas, até que em 2014 estrelou a capa da Harper’s Bazaar. Depois disso participou de desfiles em Nova York e Paris, mas apesar de ter assinado com a agência Storm Model Management, desapareceu do mundo fashion por alguns anos.

“Eu sempre quis estar do lado de quem faz arte, mas também sou interessada por tudo que acontece do outro lado”, declarou. Ela afirma que saiu de cena para se conhecer e se entender melhor, e hoje trabalha na galeria Sapar Contemporary, em Tribeca, Nova York. Por lá ela já fez a curadoria de sua primeira exposição, a Ideas Get Dressed, que explora o processo criativo de designers como Zac Posen e Manolo Blahnik. Ela também está preparando um livro com seu pai, que contará tudo sobre o estilo de sua avó.

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Nós todos temos que usar roupas então não valorizamos isso. Mas é uma forma de arte pra mim”, contou. “A melhor forma de apresentar isso é mostrar o processo individual por trás disso. Os designers têm uma visão particular e é interessante a forma como eles a executam”, declarou.

Sua relação com as roupas da avó também é muito particular: ela herdou algumas peças da Ralph Lauren e um colar de ouro com pingente em formato de coração.

“Eu tenho uma relação diferente com esses objetos. Honestamente, eu esqueço que os suéteres eram dela e uso o tempo inteiro. Aí me lembro: isso era da Audrey Hepburn, talvez eu não devesse sujá-lo de tinta! Mas a corrente dourada eu nunca nem usei, porque tenho muito medo de perdê-la. É provavelmente a coisa mais preciosa que eu tenho.” Ela também homenageia o legado da avó de uma forma única: “seu trabalho para a UNICEF era o que mais a preenchia. Eu amaria pensar que ela ficaria muito orgulhosa que estou levando isso para frente”, finalizou.

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