E não é só a capa! Veja o que mais você vai encontrar na ELLE de dezembro

Nossa última edição do ano chega sexta-feira às bancas, mas contamos agora um pouquinho do que preparamos.

A essa altura, você já deve ter visto as quatro capas que preparamos para nossa edição de dezembro (mas, se não, aproveite para conferir todas elas aqui junto com a carta da nossa diretora). A ideia principal era colocar frases que representassem a vontade de todas as mulheres de serem respeitadas, independentemente da roupa que escolhemos usar. E esse é só um dos espaços que abrimos para falar do tema na revista. 

Nicole Heiniger Nicole Heiniger

Nicole Heiniger (/)

A partir de sexta-feira, quem comprar a edição verá um compilado de reinvindicações feito por seis mulheres e grupos feministas, escrevendo sobre beleza, sororidade, assédio, feminilidade, trabalho e racismo. Juliana Faria, do Think Olga, Clara Averbuck, do Lugar de Mulher, Djamila Ribeiro, filósofa, Sofia Soter, da Capitolina, Helena Dias, da AzMina e o coletivo Blogueiras Negras foram as convidadas.

Preparamos uma reportagem sobre a relação da moda com o feminismo, passando pelas sufragistas e indo até os atuais questionamentos dos padrões de beleza (na parte de beleza, também mostramos modelos que estão abandonando os cabelos compridos e, com isso, criando uma tendência muito significativa: a quebra de estereótipos de feminilidade). E por falar em sufragistas, Carey Mulligan, protagonista do filme The Suffragettes, que estreia em dezembro, discute sobre os papéis que diminuem as mulheres. “Hollywood vendeu a ideia de que atuar como mulher de algum ator em ascensão é um bom trabalho. Não é. Parei de aceitar projetos em que a personagem feminina é diminuída”, diz ela na entrevista.

Ainda no mundo do cinema, continuamos com as denúncias da diferenciação entre mulheres e homens com a matéria “Mulheres, Câmera, Ação!”. Destacamos os discursos de atrizes inspiradoras como Viola Davis e Cate Blanchett, além de roteiristas e diretoras que vêm botando a boca no mundo.

E em um ano recheado de visibilidade, não poderíamos deixar de citar as vozes poderosas de uma geração de cantoras que assumiu o feminismo com muito talento: Karol Conka, Clarice Falcão e Karina Buhr são algumas delas.

O editorial principal segue a ideia da capa e mostra, com imagens em P&B e frases poderosas, que não é tendência nem modinha: o poder da mulher sobre o seu próprio corpo é lei. Não importa se o look é curtinho, discreto, ultrassexy ou confortável, nenhuma expressão do estilo é desculpa para a violência, sexismo e machismo

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