Grupo dono da Gucci e YSL quer, finalmente, colocar mais mulheres no poder

A Kering está fazendo uma mudança e tanto no seu conselho de diretores. Segundo o WWD, na próxima reunião geral, que acontece no dia 29 deste mês, o grupo vai anunciar a nomeação de mais três mulheres para o conselho, aumentando o número da representatividade feminina para 64%.

Se a reunião anual geral aceitar as nomeações de Sapna Sood, Sophie L’Hélias e Laurence Boone, o conselho da Kering, que comanda marcas como Gucci, Yves Saint Laurent e Balenciaga, terá 11 membros no total: sete mulheres e quatro homens.

A mudança acontece porque os contratos de três dos antigos membros do conselho, Luca Cordero di Montezemolo, Philippe Lagayette e Jochen Zeitz, chegaram ao fim e não foram renovados.

“Essas nomeações refletem o comprometimento a longo prazo da Kering de ter mulheres em todos os níveis do grupo”, disse um comunicado liberado à imprensa internacional pelo grupo, que conta com 58% de funcionários e 51% de gerentes do sexo feminino.

A Kering, que tem François-Henri Pinault como CEO, é um dos nomes que encabeçam uma nova cultura de empoderamento, mudando o paradigma de que mulheres não tem espaço em cargos de chefia das grandes empresas e conglomerados. 

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