Hannah Weiland cai nas graças das it-girls com seus casacos de pele fake

“Na infância, eu era bem pequena e tinha a pele rosada. Aí me chamavam de Shrimps”, conta Hannah Weiland sobre o nome inusitado da sua label, que significa camarões em português. “Não queria ter uma grife homônima porque meu nome não é interessante e achei que o apelido faria um bom contraste com a pele falsa que é nosso carro-chefe”.

Não importa qual seja a estação do ano, os casados felpudos e coloridos estão sempre presentes nas coleções de Hannah, que conta que suas criações não são apenas para os dias mais frios e indica usá-los com minissaia ou short, deixando as pernas de fora no verão. “Quando você compra algo, tem que conseguir usar o tempo todo”, defende.

Graduada pela London College of Fashion, a britânica, de 23 anos, fundou sua etiqueta em 2013 sem grandes pretensões. “A ideia não era ter a minha própria empresa. Estudei design de tecidos e visitava muitas lojas de fábrica, mas percebia que não havia peles falsas de boa qualidade”. Certo dia, quando estava e busca de um casaco ¾, ela encontrou um fornecedor à altura. “Uma amiga da minha mãe o descobriu”.

Divulgação Divulgação

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Hannah fez então um casaco bicolor, com duas listras na barra, e ainda adicionou uma clutch à produção. O resultado ficou tão legal que ela decidiu mostra-lo a uma de suas melhores amigas, a modelo e it-girl Laura Bailey, que logo se tornou a primeira musa e representante da label. “Ela também não usa peles verdadeiras e amou o modelo piloto”.

Quando Bailey apareceu na semana de moda de Londres com a peça, foi a vez de Alexa Chung se apaixonar e pedir para prová-la. Alguns desfiles depois, jackpot! Ninguém menos que Natali Massenet, fundadora do Net-a-Porter, queria saber onde ela tinha comprado o item. “Precisamos vendê-lo no Net agora”, concluiu e encomendou, de quebra, um casaco na versão branca e azul-marinho. Em sua primeira saída com ele, foi clicada pelos principais fotógrafos de streetstyle. Nascia aí um novo hot ticket fashion.

Apesar de ser a primeira etiqueta de pele fake a ser vendida no Net-a-Porter, foi a blogueira Susi Lau, do Fashion Bubbles, que deu o empurrãozinho que faltava. Seus posts sobre a nova descoberta renderam mais cliques no site da Shrimps do que qualquer outra notícia ou foto publicadas. Além disso, o estilo colorido e moderno de Lau também serviu de inspiração para a designer, que incorporou o mix inusitado de tons vibrantes ao DNA da casa.

Quer mais? Confira a matéria na íntegra na ELLE de julho/2015!

 

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