Taís Araújo: “Se pudesse voltar ao 22 anos, não teria colocado silicone”

A atriz conversou com nossa editora de beleza Carolina Vasone durante um evento da Dior em Château la Colle Noire, na França.

Nossa editora de beleza Carolina Vasone foi convidada pela Dior para um jantar em Château la Colle Noire, casa de campo do Dior, na França, para comemorar a colheita das rosas que são usadas na composição do perfume Miss Dior. Entre as brasileiras convidadas, estava também a atriz Taís Araújo, capa da nossa edição especial de dezembro do ano passado. Quem aqui se lembra da reprodução do quadro “O Beijo” de Gustav Klimt reencenado por ela e por seu marido, o ator Lázaro Ramos?

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Na ocasião, aproveitamos para bater um papo com nossa covergirl sobre sua vida dupla de mãe e atriz global. “Eu abro mão de tanta coisa”, ela diz. “Mas, tem momentos que você tem que equalizar. É como uma dança. Agora, eu coloquei uma meta para mim: essa vai ser a minha última viagem do ano porque eu preciso ficar perto dos meus filhos, um pouco.” Taís sabe que os filhos não estão sofrendo longe dela, pois ficam na companhia do pai superdedicado, mas chega uma hora em que ela mesma não consegue mais segurar a barra. “Fico com muitas saudades, quero dividir esses momentos com eles também”.

“Precisamos parar de achar que não damos conta tudo. A gente dá! Até porque, nem tudo depende de nós, as coisas funcionam sem a gente” – Taís Araújo

Taís Araújo Dior Taís belíssima vestindo look total Dior.

Taís belíssima vestindo look total Dior. (Anthony Ghnassia/Getty Images)

“Estar completamente voltada à família também envolve muita coisa. Acho que a gente fica com uma culpa de não estar presente sendo que as coisas são dividas 50/50 lá em casa. Eu é que me cobro por causa do meu espírito controlador, mas as pessoas não passam mal sem mim. A gente pode, sim, parar de achar que não damos conta tudo. A gente dá! Até porque, nem tudo depende de nós, as coisas funcionam sem a gente“, afirma. Para Taís, inclusive, ter uma carreira agitada a ajuda a ser uma mãe melhor. “Seria péssima se não trabalhasse.”

Sua proposta é a de viver sem arrependimentos e sem culpa. No entanto, quando olha para trás, sente que não deveria ter se arriscado pela beleza. “Não deveria ter colocado silicone. Não é como se eu me arrependesse completamente. Mas, pensando hoje, como eu fui maluca de, aos 22 anos, tomar anestesia geral para ganhar peito. Não faria isso de novo de jeito nenhum. Depois da maternidade, mesmo com silicone, meus seios estão diferentes. Tombaram um pouco, meus mamilos estão desalinhados, mas vai ficar torto mesmo! Eu não vou fazer nada. Tenho dois filhos pequenos, pode dar ruim, não quero isso, não.”

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